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A lei 2200 garante que os professores da rede estadual não podem mais ficar em mais de uma escola, entretanto o governador Cabral quer impedir que ela seja oficializada.
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26/05/2013

SEM PROFESSOR FIXO, APRENDIZADO É COMPROMETIDO

Retirado do site Gazeta do Povo.

Antonio More/ Gazeta do Povo

A professora Liliane Padilha já trabalhou em quatro escolas diferentes só neste ano
SISTEMA DE ENSINO
A frequente transferência de docentes impede o planejamento adequado de aulas e o vínculo com os alunos
Publicado em 21/05/2013 | JÔNATAS DIAS LIMA

O calendário escolar nem chegou à metade e a professora Liliane Malinovkski Padilha já trabalhou em quatro escolas diferentes só em 2013. Docente da rede municipal de Araucária, na Grande Curitiba, hoje ela divide seu expediente como professora substituta em uma creche pela manhã e em uma escola de ensino fundamental à tarde. Uma rotina mais tranquila que a que tinha no ano passado, quando ocupava uma vaga itinerante e circulava por quatro escolas todos os dias. Esse não é um caso isolado.

A rotatividade intensa afeta a qualidade do ensino e o trabalho de muitos professores. Liliane afirma que poderia planejar melhor suas aulas se permanecesse a semana toda, em período integral, em uma mesma instituição. “Já se passou quase meio ano e, até agora, tem mãe de aluno que eu não sei quem é”, lamenta. No entanto, o sistema de escolha de vagas torna a mudança um movimento frequente. Os professores geralmente têm preferências por algumas escolas em que gostariam de atuar. Quando isso não ocorre, as condições de trabalho tornam-se um grande motivador para pedir transferência.

O que fazer?
Analistas concordam que a alta rotatividade de professores é um problema complexo e que uma solução definitiva exigiria uma revolução no sistema educacional. Algumas medidas de gestão, porém, ajudam a dar estabilidade à comunidade acadêmica:

Condições de trabalho
Garantir o material didático básico para a disciplina do professor é essencial para que ele não resolva ir para outra escola, mas o tempo usado para preparar a aula também deve ser considerado. Sendo assim, a sala dos professores não deve se limitar a um cômodo com armários. “Alguns professores saem tão estressados de suas salas que precisam de um lugar para descansar e planejar em paz”, diz a professora Lízia Helena Nagel, da UEM.

Avanço profissional

Ninguém gosta de estagnação. Por isso, quando o professor percebe que seu trabalho não tem lhe agregado valor algum, ele resolve experimentar uma mudança. Cursos de aperfeiçoamento são um bom recurso para tornar a rotina profissional mais estimulante, bem como o estabelecimento de metas e objetivos.

Relacionamento
A questão afetiva sempre pesa muito. Um professor que tem o trabalho reconhecido pela direção, pelos alunos e pelas famílias pensará duas vezes ou mais antes de deixar o ambiente.

Salário
Esse item é válido principalmente para a rede privada, já que no setor público, em geral, o professor recebe o mesmo salário independentemente da escola em que atue. Se o diretor quer manter o bom profissional, vai ter de competir com a estabilidade garantida pelos concursos públicos. Benefícios e um salário mais alto costumam ser bons argumentos.

Com as trocas de docentes, os estudantes acabam sendo os maiores prejudicados. “O excesso de rotatividade impede o vínculo entre professor e a turma e atrapalha a identificação das dificuldades de cada aluno”, diz a professora Marta Regina de Oliveira, do Departamento de Educação da Universidade Estadual de Londrina (UEL).

Marta destaca que, mesmo havendo o planejamento por escrito do antigo professor, aquele que assume nem sempre concorda com o proposto e prefere recomeçar os conteúdos. “Isso normalmente gera defasagem de conteúdo para os alunos”, diz a especialista.

Motivos

Grande parte das movimentações dos docentes ocorre por iniciativa própria. Em 2012, na rede municipal de Curitiba, por exemplo, 2.019 professores pediram remanejamento, o que representa 17,5% do total de docentes. As justificativas para um profissional pedir transferência, segundo Marta, vão desde razões práticas, como a vontade de trabalhar perto de casa, até problemas graves, como violência ou ameaças. Na rede privada, a aprovação em um concurso público é o principal motivo de migração dos professores.

11/05/2013

LEI QUE AUMENTA HORA-ATIVIDADE DOS PROFESSORES É SANCIONADA NO PARANÁ


Retirado do site G1.

09/05/2013 18h29
Profissionais terão um terço da carga horária para a preparação das aulas.
Mudança passa a valer a partir do segundo semestre em todo o estado.
Do G1 PR

A lei que aumenta a hora-atividade dos professores da rede estadual de educação do Paraná foi sancionada nesta quinta-feira (9) pelo governador Beto Richa (PSDB). Antigo pedido da categoria, os professores agora contarão com um terço da carga horária para trabalhar na escola fora da sala de aula. O projeto foi proposto pelo Executivo e aprovado por unanimidade pelos deputados em abril.

O tempo livre que os professores vão ganhar fora da sala de aula, conforme a lei, precisa ser cumprido dentro da escola. No período, eles devem realizar atividades como atendimento aos responsáveis dos alunos, pesquisas, planejamento de aulas e correções de prova, por exemplo.

saiba mais


A nova lei começa a ser aplicada a partir do segundo semestre deste ano. Atualmente, os educadores contam com 25% de hora-atividade.

O aumento da hora-atividade está previsto pela Lei do Piso Salarial Profissional Nacional (11.738/2008 - art. 2º), onde um terço da carga horária deve ser dedicado à preparação de aulas e às demais atividades fora da sala. Após ser questionada na justiça pelo Paraná e outros quatro estados (Ceará, Mato Grosso do Sul, Santa Catarina e Rio Grande do Sul), a hora-atividade foi considerada constitucional pelo Supremo Tribunal Federal em 2011.

 Para o Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Paraná (APP Sindicato), a mudança é importante, apesar de chegar com atraso. "Vale dizer que é um avanço importante para a qualidade da educação. Garante uma melhor qualidade no trabalho do professor e na educação ofertada aos estudantes", disse o professor Luiz Carlos da Rocha, diretor estadual de imprensa da APP Sindicato. Ele lembra que são poucos estados que implementaram a lei até agora.

A Secretaria Estadual de Educação informou que irá trabalhar para que os professores possam utilizar da melhor forma esse tempo. "O professor terá mais tempo para formação continuada, que pode se desenvolver de diferentes formas, no próprio planejamento, organização e acompanhamento das aulas", disse a superintendente da Educação, Eliane Rocha.

25/04/2013

PROFESSOR PREPARADO É "ARMA" CONTRA BRIGA EM ESCOLA


Retirado do site Gazeta do Povo.

Formação continuada torna o docente mais atento para mediar conflitos. Ação é fundamental para evitar violência no ambiente escolar
Publicado em 19/04/2013 | MARIA GIZELE DA SILVA, DA SUCURSAL

Ciúmes, brincadeiras de mau gosto ou olhares atravessados são estopins para brigas entre alunos. E tudo isso tem ido parar na internet. Num único site de compartilhamento existem mais de 90 mil vídeos que mostram cenas de agressão entre estudantes. Um dos mais recentes flagrantes, feito com um telefone celular, ocorreu nesta quarta-feira dentro da sala de uma escola estadual em Paulínia, no interior de São Paulo. Uma adolescente foi agredida no chão com socos e tapas pela colega, tudo isso na frente do professor, que pouco fez para separá-las. As duas meninas, estudantes do ensino médio, foram suspensas.

Embora situações como essa tenham se tornado comuns, elas poderiam ser controladas a partir da formação continuada de docentes, que seriam preparados para agir adequadamente em casos de brigas e evitá-las. Atentos, eles poderiam resolver pequenos conflitos antes que se transformassem em atos de violência. “Se as escolas priorizassem a mediação de conflitos, grande parte das violências poderia ser evitada”, analisa o doutorando em Educação Nei Alberto Salles Filho, coordenador do Núcleo de Estudos e Formação de Professores em Educação para a Paz e Convivências (NEP) da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG).

Contexto
Família contribui para a reprodução da violência nas escolas

O professor Nei Alberto Salles Filho, da UEPG, considera que nem a escola nem o aluno são culpados pelas ações de violência em ambiente escolar. “As crianças e os adolescentes só reproduzem a violência que veem na mídia e na sociedade”, comenta.

A família, muitas vezes, contribui para esta reprodução, como demonstra a pesquisa do Núcleo de Estudos da Violência da USP.

Numa das questões, 47% dos pais responderam que os filhos deveriam revidar a agressão sofrida por outro estudante na escola; 32% disseram que orientariam os filhos a evitar novas brigas; 15% disseram que os estudantes deveriam evitar novas brigas, porém, bater de volta se fossem provocados; 4% disseram que os filhos deveriam procurar uma autoridade, como um professor ou um diretor; e outros 3% não souberam ou não opinaram.

Para a coordenada da Patrulha Escolar Comunitária na Secretaria Estadual de Educação, Lígia Berg Camargo, fica o alerta para os pais. Além de incentivar os filhos a não se envolver em atos violentos, os pais devem acompanhar a vida escolar das crianças, verificar o que elas conversam nas redes sociais e monitorar sua vida social.

Rede privada
A assessora pedagógica do Sindicato das Escolas Particulares do Paraná, Fátima Shueire Holanda, diz que as agressões em ambiente escolar ainda não foram discutidas pela rede privada. Segundo ela, as brigas em saídas de colégios são pontuais, porque há monitores acompanhando a passagem dos alunos.

MEC
Em âmbito nacional, o Ministério da Educação desenvolve o programa Escola que Protege. A base da iniciativa é a formação continuada de professores e o desenvolvimento de materiais didáticos sobre Educação para a Paz. Neste ano, a expectativa é ofertar 5,5 mil vagas em parceria com 19 instituições de ensino superior.

E você?
Como você reagiria se o seu filho brigasse na escola?

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Atualmente, porém, o professor não é visto nem por pais nem por estudantes como uma autoridade capaz de intervir em casos de conflito. Segundo pesquisa divulgada no ano passado pelo Núcleo de Estudos da Violência da Universidade de São Paulo, apenas 4% das famílias recomendariam ao filho agredido que procurasse um professor ou um diretor. O levantamento ouviu moradores de dez capitais brasileiras (Curitiba não foi incluída) sobre o que pensam a respeito de atos de violência.

05/03/2013

PROFESSORES FAZEM PROTESTOS NOS NÚCLEOS DE EDUCAÇÃO NO PARANÁ


Retirado do site Gazeta do Povo.

Docentes ameaçam entrar em greve em 13 de março caso suas reivindicações não sejam atendidas pela Secretaria de Estado da Educação

28/02/2013 | 15:56 | ADRIANA CZELUSNIAK E FELIPPE ANÍBAL

Um ato público levou professores da rede estadual de ensino a 29 Núcleos Regionais de Educação (NRE) do Paraná nesta quinta-feira (28). Na sede central, em Curitiba, na Rua Inácio Lustosa, a mobilização aconteceu a partir das 14h30 e, além de entregar ao chefe do núcleo uma carta com a pauta de reivindicações, os professores seguiram com panfletagem na região.

Entre as solicitações está o aumento salarial dos professores. O Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Paraná (APP Sindicato) quer que a Secretaria de Estado da Educação (Seed) faça um reajuste de 7,11% nos vencimentos. Segundo eles, essa alteração seria a mais adequada para seguir o aumento dado em janeiro pelo Ministério da Educação (MEC) ao piso nacional dos professores, 7,97%, referente a profissionais com ensino médio e com 40 horas semanais de trabalho. Como no Paraná todos os docentes já têm nível superior, o reajuste em cascata não está previsto na lei do piso, mas na visão da presidente do APP Sindicato, Marlei Fernandes de Carvalho, o aumento deve ser aplicado em todos os níveis.

Marlei informou ainda que há reuniões marcadas com a Seed para discutir o assunto. Uma assembleia geral programada para o próximo dia 9, às 8h30, decidirá sobre os resultados das negociações. Se não houver avanço, a greve dos professores está marcada para 13 de março. “A paralisação só não ocorre se o governo apresentar uma proposta coerente em relação às reivindicações”, disse o diretor de imprensa do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Paraná (APP-Sindicato), Luiz Carlos Paixão da Rocha.

Outras reivindicações
Os professores buscam ainda poder dedicar 33% do período de trabalho à chamada hora-atividade (destinada à preparação de aulas e de provas, correção de trabalhos e programação pedagógica) e a formulação de um novo modelo de assistência de saúde. Hoje, os professores são atendidos por meio do Sistema de Assistência à Saúde, classificado pelo sindicato como um modelo “precário e defasado”.

08/05/2012

PROFESSORES DA REDE ESTADUAL DO PARANÁ APROVAM REAJUSTE


Retirado do site Paraná OnLine.


07/05/2012 às 08:57:09
Professores da rede estadual aprovam reajuste
Joyce Carvalho Professores da rede estadual de ensino decidiram em assembleia, 
na manhã de sábado, aceitar a proposta do governo do Paraná de reajuste salarial 
de 19,55%. O aumento será feito em três parcelas: em maio, julho e outubro. Com 
a elevação, os docentes das escolas estaduais receberão pouco mais do que piso 
nacional da categoria (R$ 1.451,00). Hoje o salário base da categoria está 18% 
abaixo do piso do País.


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Também foi aceita a implantação de 33% da jornada de trabalho como 
hora-atividade em janeiro de 2013. A categoria entendeu que houve avanço em 
relação à primeira proposta feita pela Secretaria de Estado da Educação (Seed), 
de implantação gradual a partir do ano que vem. 


O Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Paraná (APP-Sindicato) 
reivindicava implantação imediata dos 33% hora-atividade. Atualmente, a 
proporção é de 20% da carga horária. A hora-atividade é o tempo extraclasse para 
o professor preparar aulas, corrigir provas, fazer atendimentos e atualização. 
“Nós queríamos a implantação já, mas entendemos a necessidade de concurso 
público”, explicou a professora Marlei Fernandes, presidente da APP-Sindicato. O 
governo do Estado expôs que, para aplicar os 33%, é preciso aumentar o quadro de 
professores com um novo concurso público.


No entanto, o sindicato e os trabalhadores da rede pública estadual vão seguir 
mobilizados para conseguir um maior reajuste salarial. A proposta do governo do 
Estado é de repassar apenas o índice que será determinado para todo o 
funcionalismo público, que deve ser apenas a reposição da inflação. Isto valeria 
para todos os trabalhadores que atuam na rede, com exceção dos professores, que 
possuem acordo separado. A APP-Sindicato defende que o reajuste seja compatível 
ao aumento do salário mínimo regional (10,32%).

04/04/2012

GREVE DE PROFESSORES MUNICIPAIS DE COLOMBO (PR) CONTINUA

Retirado do site G1.


04/04/2012 01:28
Em Colombo, a população está preocupada com a greve dos professores municipais, os estudantes continuam sem aula.

PROFESSORES DE COLOMBO (PR) VOLTAM A PARALISAR ATIVIDADES

Retirado do site Paraná-Online.


Cidades / Notícias - 04/04/2012 às 07:39:58


Ana Carolina Bendlin Depois de quase dois meses de negociação, professores da 
rede municipal de ensino de Colombo retomaram nesta segunda-feira (2) uma greve 
iniciada ainda em fevereiro. A categoria alega que a Prefeitura não cumpriu com 
o compromisso de atender todas as reivindicações da categoria, firmado já nos 
primeiros dias do movimento. Apesar de o juiz do plantão judiciário de Curitiba, 
Jefferson Alberto Johnsson, já ter considerado a greve ilegal, sob pena de multa 
diária de R$ 10 mil, eles pretendem manter a mobilização.
De acordo com o presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Colombo 
(APMC), Claudinei Duarte de Lima, 40 das 87 escolas da cidade aderiram pelo 
menos parcialmente a esta segunda paralisação. A categoria pede cumprimento da 
hora-atividade prevista em lei, repasse da contribuição sindical à entidade 
representativa e reposição de perdas salariais históricas. "Houve alguns 
avanços, como o pagamento da hora-atividade para os professores devido à falta 
de profissionais para compor o quadro e a aprovação na Câmara do reajuste 
salarial para contemplação da Lei do Piso, mas as demais questões ainda estão 
pendentes", explica.


A Prefeitura, entretanto, considera o movimento "apressado". "Estamos cumprindo 
tudo o que nos comprometemos. Essas questões serão resolvidas em breve, pois já 
estão bastante encaminhadas", comenta o secretário de Educação, Alcione Luiz 
Giaretton. Além do pagamento retroativo de hora extra pelos meses de não 
cumprimento da hora-atividade, esta questão deve ser resolvida com o chamamento 
dos aprovados em concurso público. O repasse da contribuição sindical também 
será restabelecido após conferência dos professores associados. Por último, a 
questão das perdas históricas deve ser negociada nesta quarta-feira (5), quando 
o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) 
apresenta levantamento sobre valores devidos e impacto financeiro. A reunião foi 
agendada há mais de um mês.

03/04/2012

REDE MUNICIPAL DE CURITIBA DERROTA MERITOCRACIA E MOSTRA QUE VALE A PENA LUTAR


Retirado do site do SEPE.


03/04/2012 - 10:56h

A rede municipal de Curitiba deu um bom exemplo para o Brasil de como a organização e a luta foram capazes de derrotar as políticas de metas e gratificações a partir de resultados. Graças a mobilização dos profissionais de Curitiba foi barrada a criação de uma gratificação por produtividade pela prefeitura, sendo que, esta, ainda teve que incorporar o valor da mesma no salário dos profissionais.


A prefeitura de Curitiba havia encaminhado à Câmara dos Vereadores um pacote que criava um reajuste de 10% e a criação do Programa de Produtividade e Qualidade (PPQ), uma gratificação baseada na avaliação de desempenho, bem nos moldes do que o governo estadual e municipal do Rio estão fazendo com a educação pública no Rio de Janeiro. Mas o profissionais não se intimidaram e foram à luta para barrar tal política, fazendo paralisações e indo às ruas para exigir valorização salarial e outras reivindicações.


A pressão forçou a prefeitura a recuar na proposta e a assumir o compromisso de transformar a verba que antes seria destinada para o PPQ em reajuste salarial. Com a incorporação da gratificação ao salário, o magistério municipal de Curitiba encerrou a campanha salarial de 2012 com um reajuste de 19,56% e com uma vitória acachapante contra a política da meritocracia e da mercantilização do ensino público no Brasil.

31/03/2012

PROFESSORES DO PARANÁ ANALISAM PROPOSTA DE REAJUSTE DO GOVERNO

Retirado do site Bem Paraná.

Após reunião extraordinária, as decisões serão levadas para categoria na assembleia deste sábado
     31/03/12 às 12:19 Redação Bem Paraná
Conselhos se reuniram na sexta (foto: Denise Soares/APP)
O conselho estadual da APP-Sindicato esteve reunido durante toda essa sexta-feira em Curitiba, como é de costume, às vésperas da assembleia estadual. Na parte da manhã foram aprovadas as contas e o planejamento orçamentário. Na parte da tarde foi marcada uma reunião extraordinária para definir itens urgentes.


Na última reunião com o governo, foi feita uma proposta de reajuste (clique aqui). Os conselheiros irão indicar para a assembleia de amanhã que se acate parcialmente a proposta. Foi aprovado o acolhimento da proposta salarial para os professores desde que se continue discutindo a retroatividade a janeiro. Irão defender também que o governo apresente proposta de reajuste de R$ 7,16% para os funcionários ainda neste mês (além dos 6,5% da inflação) e rejeitou a proposta de hora-atividade, reafirmando que é necessário a implantação de 33% imediatamente.


Devido as reivindicações, foi votada uma jornada de luta para os meses de abril e maio, que conta com paralisação em 26 de abril, aulas de 30 minutos e ato público dos funcionários no dia 09 maio e nova assembleia estadual no dia 19 de maio, que poderá ser antecipada, se necessário.


Também foram aprovados a nova resolução para XI Congresso Estadual da APP, que continuará nos dias 29 e 30 de junho. O Congresso teve início em dezembro e será reinstalado a fim de votar alterações no estatuto. Outra resolução referendada, foi sobre a eleição de delegados da APP-Sindicato para o Congressos da CUT (Cecut de 24 a 27 de maio em Curitiba e Concut de 09 a 13 de julho em São Paulo). As assembleias regionais para eleger delegados devem ser realizadas de 25 de março a 22 de abril.


Foi ratificado o referendo dos nomes para compor a Direção Regional Provisória do Núcleo Sindical de Toledo; e também sobre a decisão judicial sobre o processo eleitoral do Núcleo Sindical de Londrina, que terá novas eleições em 15 de maio.


Compõem o conselho a Diretoria Estadual, presidentes de Núcleos Sindicais, representantes de Base do CNE (Conselho Nacional de Entidades da CNTE), representantes titulares da APP-Sindicato no Conselho Estadual de Educação, ao Conselho do Magistério, ao Conselho de Acompanhamento e Controle Social do Fundeb e a presidente do Conselho Fiscal, além dos representantes de base eleitos.

28/03/2012

PROFESSORES ESTADUAIS (PR) AINDA DISCUTEM HORA-ATIVIDADE

Retirado do site Paraná on line.



27/03/2012 às 22:36:37
Ana Carolina Bendlin 


Os professores da rede estadual de ensino podem receber um reajuste salarial de 
19,55% neste ano. Segundo informações do Sindicato dos Trabalhadores em Educação 
Pública do Paraná (APP-Sindicato), este teria sido o valor proposto pela 
Secretaria de Estado da Educação (Seed) em reunião realizada na manhã desta 
terça-feira (27). O aumento, portanto, contemplaria uma das principais 
reivindicações da categoria, o cumprimento da Lei do Piso, fazendo com que o 
vencimento dos professores com Ensino Médio passe de R$ 1222 para R$ 1451, valor 
estipulado pela legislação. Outras questões, como a hora-atividade de 33% ainda 
serão discutidas.


O aumento também contemplaria professores com graduação, que passam de R$ 1748 
para R$ 2089. "Caso aprovado, o reajuste será válido para a carga horária feito 
de forma escalonada. Serão 6,5% em maio, 5,95% em julho e 5,95% em outubro, 
atingindo os 19,55%. Também vamos continuar o debate sobre o pagamento dos 
valores atrasados", explica a presidente APP, Marlei Fernandes de Carvalho. Os 
professores decidem em assembleia, no próximo sábado (31), se aceitam as ofertas 
do governo em relação ao reajuste e à implantação da hora-atividade, assunto que 
será discutido ainda na próxima sexta-feira (30).


De acordo com a professora, a proposta do governo deve ser a mesma apresentada 
anteriormente, de iniciar o processo da forma correta em 2013, após a realização 
de novos concursos. Apesar de reconhecer o "esforço" do governo para atender 
suas reivindicações, a categoria não descarta uma paralisação. "Normalmente, é a 
mobilização da categoria que leva o governo a se esforçar para que não haja 
defasagem dos salários em relação à Lei do Piso", comenta Marlei. Procurada pela 
reportagem para comentar o resultado da reunião desta terça-feira, a Secretaria 
de Estado da Educação (Seed) apenas informou, por meio de sua assessoria de 
imprensa, que o encontro serviu para dar continuidade nas negociações que estão 
sendo realizadas.

16/03/2012

PROFESSORES DE CURITIBA SUSPENDEM GREVE

Retirado do site da Folha on line.

15/03/2012 - 19h59
JEAN-PHILIP STRUCK - DE CURITIBA 

Os professores da rede municipal de Curitiba suspenderam temporariamente na noite desta quinta-feira (15) a greve iniciada ontem.


Em assembleia, eles decidiram retomar o trabalho até a entrega de uma nova proposta da prefeitura, que deve ser divulgada no dia 21 de março.


Porém, até a data marcada, os sindicatos vão continuar em estado de greve.
Segundo a prefeitura, a paralisação dos professores atingiu 77 das 181 escolas da capital. Dos 10.500 professores municipais, pelo menos 3.400 deles aderiram à paralisação.


Os professores querem que o piso salarial de R$1.199,91, pago para docentes com curso superior com jornada de 20 horas, aumente para R$ 1.800, entre outras reivindicações.
A prefeitura afirma já concedeu um aumento, e que o valor do salário vai subir para R$ 1.319,90. Os sindicalistas, no entanto, consideraram o reajuste insuficiente.

17/02/2012

PROFESSORES DA REDE MUNICIPAL DE CURITIBA AMEAÇAM GREVE

Retirado do site Paraná-Online.


Paraná-Online
17/02/2012 às 06:15:26


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 Professores estaduais realizam mobilização na Boca Maldita
   
08/02/2012
Professores de Colombo entram em greve


Ana Carolina Bendlin 
Depois da greve dos ônibus, outra paralisação pode trazer transtornos para a vida dos curitibanos. Assim como aconteceu em Colombo no início deste mês, os professores da rede municipal da capital também ameaçam entrar em greve para exigir melhores condições salariais e de trabalho. Com indicativo de greve marcado para o dia 29 deste mês, os trabalhadores decidem, em assembleia na quinta-feira (23), quais as estratégias para o período de negociações com a Prefeitura Municipal de Curitiba.

13/02/2012

ACORDO PÕE FIM A GREVE DOS PROFESSORES DE COLOMBO (PR)

Retirado do site do Jornal Colombo.

Atualizado em 10/02/2012 - 10h15min

Alcione Giaretton negociou fi m da greve com professores
 
PG03-LOCAL-ok_page1_image2.jpg A greve dos professores da rede municipal de Colombo encerrou por volta das 13h de ontem (9). O acordo foi firmado após uma reunião entre o secretário de educação, Alcione Luiz Giarett on, e representantes do Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Colombo (APMC) durante a manhã desta quinta-feira.

Entre os acordos, fi cou decidido que os professores terão aumento de 10%, que serão pagos a parti r da data- base (entre maio e junho). Já os educadores infanti s, terão aumento de 22%, reatroati vos desde o mês de janeiro. O presidente do Sindicato Claudinei Duarte de Lima disse que os professores aprovaram a decisão e devem voltar ao trabalho a partir de amanhã.

Justiça A juíza da Vara de Colombo, Letí cia Zétola Portes, havia expedido na quartafeira (8) uma liminar de ação de interdito proibitório que considera ilegal a greve dos professores da rede municipal de ensino. A juíza determinou ainda a desocupação dos prédios públicos. A magistrada destacou que a adesão ao movimento não foi total e os grevistas estavam impedindo que os professores que desejam trabalhar ingressassem nas salas para realizar as aulas.

Outro ponto é que os grevistas estariam impedindo o acesso de fornecedores terceirizados nas escolas, referentes a merenda escolar, limpeza e manutenção. A juíza proibiu os grevistas de realizarem piquetes em frente as escolar, e que eles não impedicem a entrada dos professores, alunos e terceiros que desejem ingressar nas unidades de ensino e ainda que a greve se atenha somente a sede dos professores em Colombo, liberando as escolas para que os demais professores possam trabalhar. 

12/02/2012

JUSTIÇA CONSIDERA GREVE DE PROFESSORES DE COLOMBO (PR) ILEGAL

Retirado do site Banda B.

Redação
Publicado em: 09/02/2012 - 11:10 | Atualizado em: 12/02/2012 - 04:24
A Justiça do Paraná considerou ilegal a greve dos professores das escolas municipais de Colombo, na Região Metropolitana de Curiitiba. A decisão foi tomada nesta quarta-feira (8), por meio de uma liminar da juíza Letícia Zétola Portes,  que determinou que os grevistas desocupem os prédios públicos e não impeçam a entrada de professores que não estão em greve.Professores e prefeitura estão reunidos agora pela manhã para tentar um acordo.
Ontem, em entrevista à Banda B, antes de saber da liminar, o secretario da educação de Colombo, Alcione Giaretton, rebateu os números do sindicato da categoria de que metade dos professores teria parado. Segundo ele apenas 14 das 87 instituições de ensino entraram em greve.
O secretário protestou contra a ação do sindicato, que estaria impedindo a entrada de professores em algumas escolas.
A prefeitura informou que o piso salarial dos professores de Colombo, de R$ 1.790 com carga horária de 40 horas, está acima do piso nacional, que é de R$ 1.450.
A decisão da greve foi tomada na noite da terça-feira (06), em uma assembleia que reuniu centenas de trabalhadores das escolas e Centros Municipais de Educação Infantil (CMEIs). Ao todo, Colombo possui 87 unidades de ensino, com 1.292 professores e educadores, que atendem cerca de 18 mil alunos.

11/02/2012

PR: PROFESSORES PROMETEM DISPENSAR ALUNOS MAIS CEDO EM PROTESTO

Retirado do site Terra. Taí uma boa idéia.

07 de fevereiro de 2012 • 16h49
Joyce Carvalho
Direto de Curitiba
Professores da rede estadual de ensino do Paraná prometem dar aulas de apenas 30 minutos em cada disciplina na quinta-feira, em todo o Estado. Normalmente, cada aula dura 50 minutos. A medida será aplicada durante todo o dia, nos três períodos de estudos. Pela manhã, por exemplo, os alunos deverão ser dispensados por volta das 10h. De acordo com o Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Paraná (APP-Sindicato), um comunicado sobre a mobilização deve ser entregue aos alunos - para encaminharem aos pais - nesta quarta-feira, primeiro dia de aulas no ano letivo nas escolas estaduais.

Com isto, os professores querem chamar atenção para a implantação de um terço da jornada de trabalho como hora-atividade, nomenclatura dada para o período que o professor tem para fazer atividades extraclasse, como preparar aulas e corrigir provas. Os professores da rede estadual de ensino possuem hoje 20% de hora-atividade para o total da carga horária. A proporção de um terço reivindicada está prevista na lei federal que estabeleceu o piso nacional para os professores da rede pública na educação básica.

Além da redução nas aulas, professores vão fazer uma série de manifestações em todo o Estado. Em Curitiba, ato público está programado para 11h de quinta-feira, na Boca Maldita, centro da cidade.

De acordo com o APP-Sindicato, os professores paranaenses vão participar da mobilização nacional em março que vai pedir a implantação completa da lei do piso do professor, além do investimento de 10% do Produto Interno Bruto (PIB) em educação. Não haverá aula nas escolas estaduais no dia 15 de março, conforme aprovado em assembleia na APP-Sindicato. O sindicato e a Secretaria de Estado da Educação estão realizando reuniões sobre a hora-atividade, mas o governo ainda segue com os estudos para a implantação dos 33% da jornada para atividades extraclasse.
Especial para Terra

26/01/2012

VOLTA AS AULAS (08/02) VAI TER AMEAÇA DE GREVE NA REDE PÚBLICA (PR)

Retirado do site Paraná On line.
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Cidades / Notícias
26/01/2012 às 11:00:28


Magaléa Mazziotti As aulas na rede pública de ensino vão começar na próxima segunda-feira (8) em meio a uma série de pendências no que tange as negociações entre professores e as secretarias de educação estadual e da capital. No meio do fogo cruzado estão os alunos que, nas escolas estaduais, logo no dia seguinte ao início do ano letivo, na terça-feira (9), terão aulas reduzidas de 50 minutos para 30 minutos, por conta da mobilização em torno da ampliação da hora-atividade. Mas os alunos da rede municipal de ensino também não ficarão a salvo deste começo de calendário escolar conturbado. Já está aprovado em assembleia do Sindicato dos Servidores do Magistério Municipal de Curitiba (Sismmac) um indicativo de greve para o dia 29 de fevereiro, caso as reivindicações da pauta da categoria não avancem.

Da parte das secretarias de educação de Curitiba e do Paraná, nenhuma ação efetiva foi tomada até agora para evitar tais eventos. Segundo assessoria de imprensa da Secretaria de Educação Municipal de Curitiba, a preparação para o ano letivo esteve concentrada na nomeação e preparação de 700 professores e 300 educadores, além de 120 auxiliares de serviço escolar que foram aprovados em concurso. Já a assessoria da Secretaria Estadual de Educação disse que as aulas vão começar normalmente e que não há nenhuma novidade sobre as negociações entre governo e professores.

Da parte dos professores, esse início de ano promete. O cumprimento da lei federal 11738, a chamada Lei do Piso Nacional do professor, prevê que a hora-atividade deve ser equivalente a 33% da jornada de trabalho. Entretanto, nas escolas estaduais do Paraná, a hora-atividade segue em 20%. "Queremos a aplicação imediata da lei, para isso vamos fazer todo o estado atos públicas e aulas de 30 minutos no dia 09", avisa a presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Paraná (APP-Sindicato), Marlei Fernandes de Carvalho. Outra ação prevista pelos professores da rede estadual é uma paralisação no dia 15 de março em apoio à mobilização nacional dos professores para garantir o cumprimento da lei. "Também não descartamos a possibilidade de greve. Iremos avaliar isso no dia 31 de março em assembleia".

Piso do magistério em R$ 1.800O aumento da hora-atividade também integra a pauta de reivindicação dos professores da rede municipal de ensino de Curitiba, embora entre os professores do 5º ao 8º anos já tenha sido ampliada para 30%. "Queremos 33% de hora-atividade para todas as séries e a implantação de um piso municipal de R$ 1,8 mil para o magistério", defende o diretor do Sismmac, Gabriel Conte. A pauta da categoria inclui ainda a correção na defasagem do plano de carreira e melhora no Instituto Curitiba de Saúde (ICS). No dia 23 de fevereiro está marcada uma nova assembleia para reavaliar o indicativo de greve. "Nossa data-base é em 31 de março. Esperamos que até o dia 23 de fevereiro haja um acordo para evitar a greve"

25/01/2012

PROFESSORES (PR) VÃO PROTESTAR NO 2º DIA DE AULA DO ANO

Retirado do site Bonde.
25/01/2012 -- 11h36
Educadores da rede estadual prometem uma grande mobilização em defesa da hora-atividade no início do ano letivo de 2012

Os professores da rede estadual vão realizar uma grande mobilização em todo o Estado no dia 9 de fevereiro, segundo dia do ano letivo, para cobrar do governo a implantação de um terço de hora-atividade, previsto na Lei do Piso. As aulas neste dia terão duração de apenas 30 minutos em protesto ao posicionamento do governo estadual.

A categoria também reivindica saúde para os trabalhadores, qualidade para a educação, 10% do PIB para a educação, implementação da correção do Piso Salarial Profissional Nacional (PSPN de 22,22%) e melhorias na carreira dos funcionários.

Durante os três primeiros meses do ano ocorrerão atividades para marcar o posição da categoria. Em fevereiro, além da grande mobilização do dia 9, estão previstos: APP na Escola (no dia 3), com debate do material da Semana Pedagógica e eleição dos representantes, e, no dia 16, Seminário Estadual de Professores Estaduais e Municipais sobre a Efetivação da Lei do Piso. Entre os dias 27 de fevereiro e 2 de março, haverá reunião dos conselhos regionais ou assembleias regionais nos Núcleos Sindicais. Para março, estão previstas atividades do Dia Internacional da Mulher (no dia 8), com a temática da reforma agrária, contra os agrotóxicos e pelo fim da violência contra as mulheres.

Greve
Em sintonia com o movimento nacional capitaneado pela Confederação Nacional dos Trabalhadores da Educação (CNTE), para março está programada para o Paraná a integração ao movimento nacional de greve, para uma cobrança mais incisiva do direito garantido pela Lei do Piso (11.738/2008). O movimento, entre os dias 14 e 16 de março, terá como eixos o pagamento do PSPN, a carreira dos profissionais da educação e o investimento, imediato, de 10% do Produto Interno Bruto (PIB) na educação pública.