ABAIXO-ASSINADO UMA MATRÍCULA UMA ESCOLA
A lei 2200 garante que os professores da rede estadual não podem mais ficar em mais de uma escola, entretanto o governador Cabral quer impedir que ela seja oficializada.
Clique aqui para saber mais e participar da mobilização.
Até 16/06/13 já foram 3.080 pessoas assinando.
Mostrando postagens com marcador ESPANHOL. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador ESPANHOL. Mostrar todas as postagens
21/04/2013
LÍNGUA ESPANHOLA PERDE ESPAÇO NAS ESCOLAS DO RIO DE JANEIRO
Retirado do site Notícias Terra.
20 de Abril de 2013•06h04
O espanhol, com seus múltiplos matizes e sotaques, é ouvido diariamente nas ruas e praias do Rio de Janeiro, cidade turística e lar de milhares de imigrantes ibero-americanos, mas a língua de Cervantes perderá espaço em suas escolas a partir de 2014 por decisão da Prefeitura.
O novo plano educacional do município, que deixou os professores em polvorosa, prevê que o castelhano deixe de fazer parte de forma obrigatória nas escolas primárias e se transforme em uma disciplina opcional, fora do horário normal de aulas.
Esta medida não afetará os colégios particulares nem as escolas de Ensino Médio que, da mesma forma que no resto do Brasil, têm a obrigação de oferecer o espanhol por uma lei de 2005, sancionada pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em um seu esforço por estreitar laços com os vizinhos latino-americanos.
O retrocesso do espanhol nas escolas primárias cariocas começou há três anos de forma gradual: primeiro foi eliminado da grade curricular do sexto ano, depois do sétimo e este ano deixou de ser oferecido dos alunos do oitavo.
Os estudantes do nono, na faixa de 14 anos, são os únicos que ainda têm aulas de castelhano, mas no ano que vem este cederá lugar para o inglês, e será excluído do horário letivo.
A Associação de Professores de Espanhol do Estado do Rio de Janeiro (APEERJ) se manifestou, ao entender que esta é uma "política linguística equivocada que desvaloriza" o castelhano e "ignora" uma lei municipal de 1999 que obriga a oferecê-lo em todos os anos do Ensino Fundamental.
"Dizem que não há espaço para duas línguas estrangeiras, mas na grade curricular sempre houve duas. Por que privar os alunos do espanhol da noite para o dia, justamente neste momento que o Brasil vive com a Copa do Mundo e os Jogos Olímpicos? É contraditório", disse à Agência Efe o presidente da APEERJ, Renato Pazos Vázquez.
A Secretaria Municipal de Educação (SME) considera que a legislação só impõe que haja uma língua estrangeira obrigatória na grade.
"Optamos pelo inglês por motivos claros", disse à Efe um porta-voz da SME, Daniel Gonçalves, assegurando que a demanda pelo castelhano "não diminuirá" já que, pela primeira vez, as aulas estarão disponíveis para os nove anos do Ensino Fundamental.
Os professores discordam e acham que o interesse pelo espanhol cairá quando os alunos se verem forçados a estudar fora do horário letivo.
"O espanhol será tirado do horário letivo normal, os alunos que queiram estudá-lo serão obrigados a ir à tarde para o colégio e nem todas as escolas vão ter a oferta. O que vai acontecer então? Muitos alunos deixarão de ir", considerou Vázquez.
A APEERJ lamenta que as mudanças tenham sido aplicadas "sem consultar" a comunidade educacional e, além disso, se queixa que as condições de trabalho dos professores deste idioma sejam cada vez mais precárias.
Vázquez explicou que a diminuição de aulas de espanhol levou muitos professores a optar por ensinar outras disciplinas, especialmente, língua portuguesa.
Uma circular enviada pela SME às escolas em fevereiro passado sugere várias alternativas para os professores de espanhol que se considerem como "excedentes", entre elas os laboratórios de informática e aulas de leitura.
Em uma tentativa de impedir as mudanças, a APEERJ redigiu um pedido público em defesa das aulas de espanhol que, em suas primeiras semanas, recolheu pouco mais de 3.400 assinaturas.
Marcadores:
Costin,
ESPANHOL,
REDE MUNICIPAL RJ,
SME RJ
07/04/2013
UM ÍNDICE PARA NINGUÉM VER E ENTENDER
Retirado do site IG.
TERÇA-FEIRA, 2 DE ABRIL DE 2013
Não foi destaque na imprensa em geral, mas saiu na semana passada o resultado individual do Índice de Desenvolvimento da Educação do Estado de São Paulo (Idesp), o indicador de qualidade que mobiliza todas as 5 mil escolas públicas do Estado anualmente. Na quinta-feira a ferramenta de consulta por unidade foi atualizada sem alarde no site da Secretaria da Educação com os dados de 2012. É possível saber o desempenho de cada instituição nas provas de língua portuguesa e matemática e no fluxo escolar e também compará-lo a ela própria no ano anterior, ao seu município e a toda a rede. Há motivos para tão extenso e rico banco de dados não ter se transformado em notícia.
O índice que norteia boa parte das políticas públicas para a área, como a escolha das “escolas prioritárias” e a medição de quais professores e funcionários merecem bônus, é escondido. A ferramenta no site só permite a consulta individual e não a visualização de toda a rede.
A informação de que o dado estava disponível não mereceu uma palavra das autoridades do assunto. O secretário da pasta, Herman Voorwald, não convocou a imprensa para explicar os números e sequer deu uma declaração a respeito. Até mesmo o departamento de assessoria de imprensa – que existe para a intermediação e divulgação de informações a jornalistas e diariamente escreve textos sobre a política da pasta – praticamente ocultou o assunto. O indicador só foi citado em um texto sobre o pagamento do bônus, que é dado aos educadores das escolas que atingem as metas, sem nunca dizer que o dado individual estava disponível.
Se fosse explicar, o governo do Estado teria que falar das suas próprias e pobres metas para a Educação: chegar até 2030 a nota 7 para o 1º ciclo do ensino fundamental, 6 para os anos finais da mesma etapa e 5 para o ensino médio. Tudo em uma escala de zero a 10. Em linhas gerais, a meta de cada escola é traçada entre as notas atuais e o que falta ganhar ano a ano para chegar a isso, mas no meio do caminho entram outros dados técnicos tão difíceis de compreender que a nota técnica para o cálculo só está disponível para o indicador de 2011 e certamente não é compreensível para a população em geral (veja aqui).
Marcadores:
AVALIAÇÃO ESCOLAR,
BÔNUS,
ESPANHOL
18/02/2012
PROFESSORES DE ESPANHOL ESTÃO SENDO IMPEDIDOS DE DAR AULA
Imagem circulando pela internet.
Para entender mais o caso entre no site da APEERJ (Associação dos Professores de Espanhol do Estado do Rio de Janeiro)
Debate sobre o que vem acontecendo recentemente nas comunidades do orkut. Para acessar clique nas imagens.
![]() |
| Professores do Estado do RJ |
![]() |
| PROFESSORES DO MUNICÍPIO DO RJ |
Prezados professores de espanhol e demais interessados
A APEERJ tem recebido muitos relatos dos professores de espanhol reclamando de suas condições de trabalho no Rio de Janeiro. Selecionamos um breve fragmento de uma mensagem enviada a nós, referente ao tratamento que estão recebendo na Rede Estadual: “Boa tarde, Não sei se vocês já estão cientes das novas medidas adotadas pela SEEDUC com relação à implantação da Língua Espanhola, na modalidade Língua Optativa (Ensino Médio). (...) Nesse ano, para colocá-la em prática eles estão propondo o seguinte: em cada um tempo o professor deverá trabalhar com alunos de três turmas que optaram pelo espanhol, para formar uma turma com no mínimo 40 alunos, sendo assim, eu trabalharei com as 15 turmas de EM (...), para cumprir a carga horária de 05 tempos; portanto os outros 07 deverão ser cumpridos em outra escola (uma ou várias). Ou então, para não precisar sair da minha UE, complementar com Língua Portuguesa, ou ainda, quem sabe dar aulas de física, química, biologia, caso tenha habilitação - esse absurdo foi dito pela funcionária da Coordenadoria Regional (...).”
Procuramos averiguar a situação e a realidade é muito heterogênea, mas de qualquer forma, é muito grave, e não está acontecendo apenas com professores da nossa área. Há casos de professores sem turmas, com carga horária pulverizada em escolas diferentes, convidados a dar aulas de disciplinas que não estão atreladas ao seu concurso... Alguns foram chamados a comparecer vários dias na semana na escola para cumprir seus tempos de aula, nos primeiros e últimos tempos, por orientação da SEEDUC (Secretaria de Estado de Educação). Este contexto reflete desorganização e instabilidade no ambiente escolar.
Assinar:
Postagens (Atom)


