ABAIXO-ASSINADO UMA MATRÍCULA UMA ESCOLA
A lei 2200 garante que os professores da rede estadual não podem mais ficar em mais de uma escola, entretanto o governador Cabral quer impedir que ela seja oficializada.
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16/02/2013

ALFABETIZADORES DA REDE PÚBLICA TERÃO FORMAÇÃO PARA MELHOR PREPARAR AULAS DE 1º A 3º ANOS


Retirado do site Agência Brasil.

14/02/2013 - 15h41
Mariana Tokarnia  Repórter da Agência Brasil

Brasília - A partir de março professores alfabetizadores da rede pública de ensino receberão a formação de orientadores de estudos para melhor prepararem as aulas das crianças de 1º a 3º anos do ensino fundamental. A ação é parte do Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa (Pnaic). Os orientadores já receberam ou ainda receberão até o início de março aulas de capacitação ministradas em 40 universidades públicas brasileiras. Para ajudar na formação e nas aulas, um material especial foi desenvolvido pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) com colaboração de 11 instituições de ensino superior.

"O material trata da alfabetização de forma que ela se complete em três anos. Não é só uma alfabetização que a criança aprenda a ler palavras. Tem que produzir textos e ler com autonomia", explica a coordenadora adjunta do programa na UFPE, Ana Cláudia Pessoa. Segundo ela, o material não propõe um método a ser seguido em sala de aula, mas uma reflexão a ser feita sobre a função social de ler e escrever.

Um dos textos do material de formação dos professores é sobre a apropriação do sistema de escrita alfabética pelas crianças. Os autores indagam no título: que caminhos percorrer? E logo respondem: "Para que o processo de alfabetização das crianças contribua com o fortalecimento das identidades coletivas e diversos saberes dos povos do campo é preciso que o mesmo se dê de forma estreitamente articulada com as comunidades ali existentes, ampliando e valorizando os conhecimentos e vínculos das crianças com a realidade em que vivem".

14/12/2012

REPROVAÇÃO PODE ACABAR NAS ESCOLAS DO DISTRITO FEDERAL


Retirado do site Todos pela educação.
No rede municipal do RJ já vimos essa história antes e as consequências.

07 de novembro de 2012
Rede pública de ensino do Distrito Federal poderá implantar ciclos educacionais; a Secretaria de Educação estuda a possibilidade, mas não a assume oficialmente
Fonte: Correio Braziliense (DF)

O Ensino fundamental da rede pública de Ensino do Distrito Federal pode passar por mudanças significativas no próximo ano letivo. A atual divisão por séries poderá ser substituída por ciclos educacionais, de dois a quatro anos. A ideia é dar fim à reprovação dos estudantes dentro de cada ciclo para garantir a permanência deles na Escola. A Secretaria de Educação estuda a possibilidade, mas não a assume oficialmente. Mesmo assim, o assunto provoca questionamentos entre Professores e pais de Alunos, por meio das entidades representativas de cada classe, pela falta de debate com a sociedade. Grupos de trabalho da secretaria se reuniram, desde o último dia 28, na Escola de Aperfeiçoamento dos Profissionais da Educação (Eape) para debater o currículo Escolar. O último encontro ocorreu na manhã de ontem. Um dos Professores que esteve presente afirma que, no primeiro dia, os participantes receberam a informação, pela assessoria do secretário de Educação, Denilson Bento da Costa, de que a mudança começaria a valer em 2013. “Levantamos dúvidas em relação à medida, mas nada foi esclarecido. Disseram-nos apenas que os detalhes estão sendo avaliados e que a mudança atinge todas as séries do Ensino fundamental”, afirmou o participante da reunião, que não quis ser identificado. De acordo com ele, o descontentamento entre os Docentes foi tanto que o debate ficou esvaziado depois da notícia.

Com base em informações recebidas por integrantes dos grupos de trabalho da secretaria, o Sindicato dos Professores (Sinpro-DF) também se manifestou contra a mudança para o ano que vem. “Para colocar em prática uma proposta dessa envergadura, é preciso um debate amplo com a sociedade. A chegada dos ciclos exige formação adequada dos Professores e estrutura pedagógica. Se ocorrer dessa forma, será um grande erro do governo”, critica o diretor do Sinpro Washington Dourado. Na opinião dele, alterar a forma de avaliação dos estudantes interfere diretamente na rotina de sala de aula, uma vez que o método passa a ser global, e não mais de conteúdos específicos.

Do outro lado, o governo nega que tenha pulado a etapa de discussão com os profissionais de Educação e a comunidade Escolar. O secretário Denilson Bento da Costa afirma que as reuniões dos últimos dias provam a participação ativa dos Professores. “Estamos sistematizando o documento construído nas plenárias em todas as cidades, feitas em 2011, para definir o projeto político-pedagógico da secretaria e avaliando o currículo Escolar para que as disciplinas conversem melhor entre si”, explica o secretário. Em relação ao fim da progressão por séries, Denilson Bento afirma que só vai se pronunciar quando houver uma posição consolidada do governo. De acordo com ele, nenhuma alteração deve surpreender os profissionais de Educação.

Novidade
Para os pais, no entanto, qualquer modificação no modelo de avanço Escolar vai ser novidade. O presidente da Associação de Pais e Alunos das Instituições de Ensino do DF (Aspa-DF), Luis Cláudio Megiorin, afirma que a entidade não tomou conhecimento da proposta. “Parece que vamos dormir com uma norma e acordar com outra. Assim, ninguém consegue planejar nada”, reclama Megiorin. Para ele, não reprovar os Alunos é uma forma de “maquiar” os problemas de qualidade da Educação básica.

A opinião é compartilhada pelo Professor da Faculdade de Educação da Universidade de Brasília (UnB) Cleyton Gontijo. “Não consigo vislumbrar uma maneira disso funcionar bem nos últimos anos do Ensino fundamental, tendo em vista a complexidade dos conteúdos Escolares da fase”, afirma. Ele acredita que, para ser eficiente, a mudança deveria ser acompanhada de maior disponibilidade da carga horária dos Professores para atividades extra-curriculares e reforços, além da maior oferta de espaços educativos, como bibliotecas, laboratórios e de arte.

Modelo importado
O sistema de progressão continuada e a extinção da avaliação no fim de cada ano letivo não serão uma experiência única do DF. Nas redes públicas municipal e estadual de São Paulo, o modelo é aplicado de forma obrigatória. Com isso, não há reprovação durante um período. No entanto, o conteúdo permanece baseado no ano letivo, assim como os livros didáticos, a organização dos Professores e do currículo como um todo.

01/11/2012

ESCOLA PÚBLICA DO DISTRITO FEDERAL TESTA CHIP PARA MONITORAR ALUNOS


Retirado do site Agência Brasil.

30/10/2012 - 5h52
Educação
Da Agência Brasil

Brasília - Por meio de um chip fixado no uniforme, uma turma de 42 estudantes do primeiro ano do ensino médio tem suas entradas e saídas monitoradas no Centro de Ensino Médio (CEM) 414 de Samambaia, cidade do Distrito Federal (DF) localizada a cerca de 40 quilômetros da área central de Brasília. O projeto piloto, que começou a funcionar no dia 22 de outubro, manda mensagem por celular aos pais ou responsáveis pelos alunos, informando o horário de entrada e saída da escola.

A diretora do CEM 414, Remísia Tavares, disse à Agência Brasil que entrou em contato com uma empresa que implanta os chips nos uniformes depois de saber que o sistema funcionava em uma escola em Vitória da Conquista, na Bahia. Segundo ela, a medida foi tomada para aumentar a permanência dos alunos nas salas de aula. "Os professores dos últimos horários reclamam que muitos alunos costumam sair antes do término das aulas. Por mais que a escola tente manter o controle, eles dão um jeito de sair da escola".

De acordo com a diretora, o monitoramento foi bem recebido pelos pais, aproximando-os da vida escolar de seus filhos. "Fizemos reuniões para saber a opinião dos pais a respeito do chip, e eles gostaram da ideia. Os pais se sentem mais tranquilos, sabendo exatamente a hora em que seus filhos entram e deixam a escola", disse Remísia.

O representante da empresa que implantou os chips nos uniformes, Bruno Castro da Costa, explicou que o sistema funciona por meio de um sensor instalado na portaria principal do colégio, que lê as informações contidas no chip cadastrado.

"O sistema não altera a rotina dos estudantes. Eles entram normalmente na escola, os dados são passados para o computador e, 30 segundos depois, os pais são notificados. Uma mensagem é enviada quando o aluno entra na escola e outra no momento da saída. Apesar de ficar registrado também na direção do colégio, o sistema não substitui a chamada de presença em aula. Também estão sendo registradas as entregas de boletins ou outros eventos, e a direção pode utilizar o programa para encaminhar o recado ao celular cadastrado", acrescentou Costa.

Charles de Oliveira, também representante da empresa responsável, disse que o sistema poderá futuramente otimizar o tempo de estudo nas salas de aulas. "Os professores perdem cerca de 20 minutos para realizar as chamadas durante as aulas. Futuramente, isso pode acabar, pois será registrada a presença automaticamente. Além disso, estamos estudando formas para que o sistema contribua também com os programas do governo, acelerando a divulgação de dados".

Os estudantes Bárbara Coelho, 16 anos, e Jefferson Alves, 15 anos, não se incomodam com o monitoramento pelo chip. "Eu acho que é uma boa maneira de os nossos pais ficarem mais tranquilos e até confiar mais, sabendo que estamos na escola. Eu não me sinto inibida, pois sempre frequentei as aulas", disse Bárbara. "Só quem tem costume de matar aula vai se incomodar, já que agora os pais vão ficar sabendo", completou Jefferson.

No dia 13 de novembro, um relatório será enviado ao Conselho de Educação da escola e à Secretaria de Educação do Distrito Federal com os resultados da experiência. Caso o sistema seja aprovado, a fixação dos chips no CEM 414 deverá ser ampliada para os 1,8 mil alunos da instituição no próximo ano.

Edição: Graça Adjuto

12/07/2012

PROFESSORES DO DF CONQUISTAM VITÓRIA NA JUSTIÇA CONTRA ADIN NO STF


Retirado do site Eu Estudante.


10/07/2012 - Atualizado em 10/07/2012
Mariana Niederauer 


Por 11 votos a 2 o Tribunal de Contas do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) decidiu, nesta terça-feira (10/7), pela improcedência da ação direta de inconstitucionalidade (Adin) do artigo 15 do Plano de Carreira do Magistério Público no DF, que define a promoção de docentes com nível médio mediante a apresentação de diploma de ensino superior. 


“Isso nos preocupava porque iria atingir, segundo a Secretaria de Educação, cerca de 36 mil professores, entre aposentados e ativos”, informa a diretora do Sindicato dos Professores do Distrito Federal (Sinpro/DF) Rosilene Correa. “O que acontece, na prática, é apenas o reconhecimento da qualificação que o professor vai adquirindo”, completa. 


A ação foi impetrada pelo Ministério Público, que alegou a ascensão irregular de um grupo de docentes da rede pública que não possuem diploma universitário. Professores e representantes do Sinpro/DF se reuniram em frente ao tribunal para apoiar a constitucionalidade do artigo e fizeram fila para tentar assistir ao julgamento. 


Mudança 
A Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), de 1996, determina que todos os professores devem ter ensino superior. Porém, antes disso, muitos docentes não tinham graduação — faziam parte da classe C do magistério do DF — , entraram para um cargo de nível médio e complementaram a formação com o tempo, por isso conseguiram a progressão na carreira. 


Hoje, não há mais concursos para selecionar docentes no nível médio no DF e, em 2007, foi criado o novo plano para o magistério, que definiu uma carreira única para professores da rede pública. O MP, porém, considerou que os professores que não tinham licenciatura foram beneficiados irregularmente e a classe C deveria ser considerada uma carreira a parte. 


Confira o que diz o artigo 15 lei 4.075 de 2007, que dispõe sobre a Carreira do Magistério Público no DF: 


Art. 15. Os Professores Classes B e C que compõem o PECMP (Plano Especial de Cargos da Carreira Magistério Público do Distrito Federal) serão transpostos para as Classes A ou B a contar do primeiro dia do mês subseqüente ao da solicitação, mediante requerimento e apresentação do diploma de licenciatura plena ou de bacharelado com complementação pedagógica, devidamente registrado. 


Leia mais 
TJDFT julga hoje a constitucionalidade de um dos pontos do plano de carreira do magistério

17/06/2012

PROFESSORES DO DF FAZEM ASSEMBLEIA PARA AVALIAR NEGOCIAÇÃO COM GOVERNO


Retirado do site G1.


14/06/2012 19h25
Novo auxílio-saúde e incorporação de gratificação foram enviados à Câmara.
Na segunda-feira, 300 novos professores tomaram posse, diz sindicato.
Do G1 DF
Professores reunidos em assembleia nesta quinta-feira (12), em frente ao Palácio do Buriti (Foto: Káthia Mello/G1)


Cerca de mil professores da rede pública de ensino do Distrito Federal realizaram na tarde desta quinta-feira (14), em frente ao Palácio do Buriti, uma assembleia de avaliação do andamento das negociações com o GDF. Foi o primeiro encontro desde o fim da greve, que durou 52 dias.


Professores durante assembleia nesta quinta-feira (12), em frente ao Palácio do Buriti (Foto: Káthia Mello/G1)
Para a realização da assembleia, que estava marcada desde 2 de maio, os professores realizaram "aulas compactadas". Segundo o Sindicato dos Professores, as escolas se organizaram para que os professores participassem da assembleia sem prejudicar os alunos.
De acordo com a diretora do Sinpro, Rosilene Correa, o governo encaminhou nesta quinta, para a Câmara Legislativa, dois itens do acordo fechado durante a greve. O reajuste do auxílio-saúde, de R$ 120 para R$ 200, e a incorporação da gratificação por dedicação exclusiva, conhecida por Tidem, em quatro parcelas, até 2014. No entanto, Rosilene considera que o cronograma está atrasado, já que o prazo para o encaminhamento terminou no dia 2 de junho.
Novos professores
O sindicato anunciou que 300 novos professores tomaram posse nesta segunda-feira. De acordo com o Sinpro, o déficit na rede ainda é grande, já que 900 professores se aposentaram no ano passado.
A proposta da assembleia é manter a mobilização da categoria até o fim do calendário de reuniões com o GDF, previsto para 29 de junho. Já foram realizados quatro encontros. Os professores voltam a se reunir em assembleia no dia 8 de agosto.

08/05/2012

DF: AULAS PERDIDAS COM GREVE SERÃO REPOSTAS ATÉ 29 DE DEZEMBRO


Retirado do site Notícias Terra.

07 de maio de 2012 • 19h35

A greve dos professores do Distrito Federal durou 52 dias
Foto: Elza Fiúza/Agência Brasil

O Sindicato dos Professores no Distrito Federal (Sinpro-DF) anunciou nesta segunda-feira que foi definido o calendário de reposição dos dias letivos perdidos em função da greve da categoria. A reposição começa no próximo sábado e deve terminar no dia 29 de dezembro.

O calendário foi acordado em reunião realizada nesta segunda entre representantes do Sinpro e da Secretaria de Educação. Como a adesão à paralisação variou de escola para escola, caberá à direção de cada unidade de ensino definir como as aulas serão repostas.
Segundo o sindicato, haverá 42 possibilidades de datas para a reposição dos 35 dias letivos de paralisação. O primeiro semestre terminará até o dia 14 de agosto e o segundo deve começar no máximo até o dia 15 do mesmo mês. Foi preservada uma semana de recesso em julho, do dia 15 ao dia 22.

Fim da greve
Os professores da rede pública do Distrito Federal (DF) suspenderam a paralisação no dia 2 de maio, depois de 52 dias em greve. O acordo foi negociado entre representantes do Sinpro e do governo, com mediação da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e da Universidade de Brasília (UnB), além de deputados distritais.
Pelo acordo negociado, o governo se compromete, entre outros pontos, a elevar o valor do abono saúde de R$ 110 para R$ 200, a partir de junho.

02/05/2012

EM ASSEMBLEIA, PROFESSORES (DF) DECIDEM SUSPENDER A GREVE


Retirado do site Mais comunidade.

Tamanho da Fonte      Redação Mais Comunidade 02/05/2012 às 12:16
Em assembleia geral realizada nesta quarta-feira (02), os professores da rede pública de ensino do Distrito Federal decidiram suspender a greve da categoria, que durou 52 dias. Nesta quinta-feira (03) as aulas serão retomadas na rede pública de ensino.


Apesar  do término da paralisação, o Sinpro continua achando a proposta do GDF insatisfatória. Uma nova assembleia já está marcada para o dia 14 de junho, até lá a categoria permanece em estado de greve. 


A proposta, apresentada pela comissão de parlamentares e entidades civis e aceita pelo GDF, inclui o reajuste do auxílio saúde, de R$ 120 para R$ 200; a discussão sobre a reestruturação do plano de carreira a partir de setembro; divulgação do edital de convocação para contratação para a rede pública; e oferecimento de curso de integração aos professores e de programas de acompanhamento e avaliação do estágio probatório.

01/05/2012

NEGOCIAÇÕES ENTRE SINPRO E GOVERNO DO DF AVANÇAM


Retirado do site Mais Comunidade.


Após mais de 3 horas de reunião na sede da OAB/DF nesta segunda-feira (30/04), as negociações entre os professores e o GDF tiveram grande avanço. Os representantes do governo concordaram com os termos do documento apresentado pelo presidente da Ordem, Francisco Caputo, e pelo reitor da Universidade de Brasília, José Geraldo de Sousa Júnior. O Sindicato dos Professores e os representantes da CUT também demonstraram boa vontade quanto às propostas e as submeterão à categoria, que inicia hoje a votação nas regionais de ensino. A decisão final será na quarta-feira (02/05), em assembleia geral dos professores, às 9h, na Praça do Buriti. Também participaram da reunião os secretários da Administração, Vilmar Lacerda, e da Educação, Denílson Bento, os deputados federais Roberto Policarpo e Érika Kokay e o deputado distrital Wasny de Roure.


Os professores do DF se encontram em greve há 50 dias. Com o impasse nas negociações entre o governo e a categoria, a OAB/DF e a UnB foram chamadas pelas bancadas parlamentares distrital e federal do DF para, juntas, formarem uma comissão de mediação, visando a reabrir o diálogo e a encontrar a solução para o fim do movimento. Segundo Francisco Caputo, a reunião foi bastante significativa. A comissão elaborou um documento com a preocupação de atender tanto aos interesses do governo como aos dos professores. “Fizemos reuniões no sábado e no domingo com o GDF e com os professores. Avançamos muito e nossa expectativa é de que as propostas sejam aceitas e que os professores retornem às salas de aula”.


Se as propostas forem aprovadas pelos professores, a greve terminará na própria quarta-feira e as aulas serão retomadas imediatamente. Se isso acontecer, na quinta-feira haverá uma reunião na Secretaria de Educação para a definição do calendário de reposição das aulas.


Ao mediar as negociações, Caputo disse reconhecer o inalienável direito de greve de todos os trabalhadores. Mas tenho a certeza de que muito melhor que a greve é conseguirmos o atendimento das justas reivindicações e colocar os professores de volta aos lugares onde se sentem mais à vontade: nas salas de aula”. Segundo ele, foi muito importante participar das negociações ao lado da UnB e das bancadas do DF. “É o reconhecimento do papel histórico da OAB/DF na busca de soluções democráticas que atendam aos interesses da sociedade”.

PROFESSORES DO DF EM GREVE DESOCUPAM PALÁCIO DO BURITI

Retirado do site 24 horas News.


30/04/2012 - 13h52
AGENCIA BRASIL


O grupo de professores em greve que ocupava desde quinta-feira o sexto andar do anexo do Palácio do Buriti - sede da Secretaria de Estado de Gestão Administrativa - deixou o local no início da tarde desta sexta-feira. A saída ocorreu depois que a bancada de parlamentares do Distrito Federal no Congresso Nacional intermediou a reabertura das negociações com o governo distrital, que tinham sido suspensas.


O Sindicato dos Professores no Distrito Federal (Sinpro-DF) e os representantes do governo se reúnem na tarde de hoje para tentar mais um acordo e por fim à greve que já dura quase dois meses. "Nós avaliamos em assembleia que ia ser um desgaste muito grande para os companheiros que estavam no prédio continuarem lá", explicou o membro da diretoria do Sinpro, Cleber Soares. A próxima assembleia da categoria está marcada para terça-feira.
O Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) declarou, no dia 20, que a greve dos professores é ilegal. A Justiça determinou o retorno de pelo menos 80% dos professores para as salas de aula. A categoria, ainda assim, decidiu manter a paralisação.


Os professores em greve pedem o cumprimento de um acordo firmado em 2011 com o governador, Agnelo Queiroz, que prevê a equiparação da média salarial dos docentes à de outras carreiras de nível superior do governo do Distrito Federal (GDF), a contratação de profissionais aprovados no último concurso e a implantação de um plano de saúde.


Para quem não acompanhou pela internet a greve no Distrito Federal veja abaixo ou acesse o site do Sinpro-DF.


Professoras e professores ocupam o Buriti. 26 de abril. Sinpro/DF  


Assembleia Geral e Fim da Ocupação - 27 de Abril - Greve - SINPRO DF 2012 Os professores e as professoras que estavam ocupando o 6° andar do anexo do Palácio do Buriti acabam de desocupar o local (foto), sob aplausos e recepção calorosa dos que estavam no lado de fora prestando solidariedade aos companheiros (as). A categoria permanecerá vigilante na Praça do Buriti aguardando a negociação, marcada para começar às 16h. O grupo ocupou de forma totalmente pacífica a Secretaria de Administração durante a manhã de quinta-feira (26), depois que o governo suspendeu a reunião de negociação que estava marcada com a comissão do Sinpro. Durante as 24 horas de ocupação a polícia impediu que alimentos e água fossem levados ao grupo, um forte aparato policial foi direcionado até o local e a energia foi cortada, tudo para tentar desestabilizar os(as) professores(as) que estavam no 6º andar. Mas os companheiros somente desceram após o compromisso de retomada das negociações. Parabéns aos todas e todos que participaram pela perseverança e coragem!

25/04/2012

PROFESSORES DO DF CONTRARIAM DECISÃO JUDICIAL E MANTÊM GREVE


Retirado do site do Jornal do Brasil.


País
24/04 às 21h03


Brasília - Os professores do Distrito Federal, que já estão parados há 45 dias, decidiram em assembleia hoje (24) continuar a greve. Na última sexta-feira (20), o Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) considerou a greve abusiva e determinou que 80% dos professores voltassem a trabalhar. O Sindicato dos Professores (Sinpro-DF) entrou com recurso para a revisão da decisão e questionou a aplicação da multa diária de R$ 45 mil, caso o percentual de funcionários não fosse cumprido.


O governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Secretaria de Administração Pública, informou que os salários de cerca de 3 mil professores grevistas terão cortes variáveis, de acordo com o número de faltas devido à greve.


Para a diretora da Secretaria de Imprensa do Sinpro-DF, Rosilene Correia, a decisão do governo em cortar o salário dos professores é lamentável.


“Nós veremos o que é legalmente cabível nessa situação, mas o GDF tem que saber o risco que corre para as reposições de aula. Sem os salários, os professores podem ou não repor as aulas”, disse Correia à Agência Brasil.


Ainda sobre as reposições, a diretora afirmou que, por enquanto, não há plano estruturado para compensar os dias parados. Segundo ela, somente depois do fim da greve o sindicato e o GDF deverão discutir o assunto.


A Secretaria de Educação do GDF informou que irá fiscalizar o funcionamento das escolas, conforme a a determinação judicial.


Os professores em greve pedem o cumprimento de um acordo firmado em 2011 com o governador Agnelo Queiroz, no qual se exige a equiparação da média salarial à de outras carreiras de nível superior, a contratação de profissionais aprovados no último concurso da Secretaria de Educação e a implantação de plano de saúde.


A última proposta apresentada pelo governo foi a incorporação de auxílio saúde de R$110, recusada pela categoria. Amanhã (25) à tarde, o Sinpro-DF e o GDF se reunirão novamente.

24/04/2012

PROFESSOR DO DISTRITO FEDERAL CRITICAM DECISÃO DA JUSTIÇA E VÃO RECORRER

Retirado do site Rede brasil Atual.


TRABALHO
Tribunal de Justiça concedeu liminar determinando que 80% dos docentes mantenham atividades, mas recusou pedido de declaração de ilegalidade do movimento


Por: Redação da Rede Brasil Atual
Publicado em 21/04/2012, 09:33     
São Paulo – O Sindicato dos Professores no Distrito Federal (Sinpro-DF) informou que vai recorrer da decisão tomada na sexta-feira (20) pelo Tribunal de Justiça, que concedeu liminar determinando que 80% dos docentes continuem trabalhando. O descumprimento da medida resulta em multa diária de R$ 45 mil. 


“Consideramos uma restrição sem precedentes ao direito de greve”, critica a entidade em nota divulgada em sua página na internet. “Apesar de sabermos que a Justiça no Brasil normalmente julga contra os trabalhadores, causa estranheza que essa decisão liminar tenha sido tomada sem que o Sinpro fosse ouvido na ação.”


Os professores se queixam da postura do Ministério Público Federal de não exigir do governo distrital o cumprimento de acordo salarial e de condições de trabalho fechado no ano passado. “Essa mesma Justiça e o MP não têm a mesma rapidez para fazer valer acordos firmados”, ironiza o sindicato, que marcou nova assembleia para a próxima terça-feira (24).


Em greve desde 12 de março, os docentes questionam a postura do Executivo local de afirmar que não tem recursos para honrar o acordo, sob pena de colocar em risco a Lei de Responsabilidade Fiscal. Para o sindicato, porém, seria possível utilizar a verba repassada pela União. 


Argumentação
O Ministério Público argumentou na ação que as conversas entre governo e categoria têm sido infrutíferas, e indicou que tomava a decisão baseado na falta de sinalizações do Executivo de que fosse ingressar no Judiciário contra a greve. Para o órgão, trata-se de um serviço de “extrema essencialidade” cuja paralisação seria nociva para os interesses coletivos. 


Para o TJ, porém, não é possível declarar a ilegalidade do movimento, já que os professores são “titulares do direito de greve”, uma “relevante estratégia de reivindicação”. Ainda assim, a liminar indica que “o direito de greve dos professores deve ser sopesado, em especial com os princípios da supremacia do interesse público e da continuidade dos serviços, a fim de que as necessidades da coletividade sejam garantidas”.

20/04/2012

SENADOR DEFENDE ENTENDIMENTO PARA PÔR FIM A GREVE DOS PROFESSORES DO DF


Retirado do site CenarioMT.


Senado
Rodrigo Rollemberg defende entendimento para pôr fim a greve dos professores do DF 
Publicado Quinta-Feira, 19 de Abril de 2012, às 23:55 | CenárioMT com Senado


Em pronunciamento nesta quinta-feira (19) o senador Rodrigo Rollemberg (PSB-DF) disse que a bancada do Distrito Federal colocou-se à disposição do governo local para a construção de uma alternativa de diálogo que possa encerrar a paralisação dos professores, em greve há 39 dias.


Rollemberg disse que são legítimas as reivindicações dos professores, os quais, entre as 28 categorias profissionais do governo do Distrito Federal, ocupam o 24º lugar no que se refere a salário, com remunerações “aquém de suas responsabilidades”.


O senador disse ainda que há um “clima de desconfiança” nas negociações, pois em 2011 o governo local assinou alguns compromissos com os professores que não foram cumpridos, entre eles um programa de reestruturação do plano de carreira e de saúde.


Rollemberg disse que compareceu a uma das recentes assembléias da categoria, em que constatou a disposição dos professores de pôr fim ao movimento grevista, como forma de demonstrar compromisso com a educação.


O problema, segundo o senador, é que falta iniciativa do governo local no sentido de apresentar uma proposta razoável que atenda aos professores, dando continuidade a diversos entendimentos para a elaboração de um plano de reestruturação das carreiras.


Rollemberg, porém, disse ser patente a falta de organização e planejamento por parte do governo do Distrito Federal, citando a crise administrativa na educação e na segurança pública, além da paralisação de metroviários, que anunciaram uma nova greve por tempo indeterminado.


- É inadmissível que o governo do Distrito Federal, que tem 32 secretarias, e mais nove [órgãos] com status de secretaria, não possa priorizar uma categoria fundamental como a dos professores – disse.

18/04/2012

PARADOS HÁ 37 DIAS, PROFESSORES DO DF DECIDEM MANTE GREVE

Retirado do site Notícias Terra.

17 de abril de 2012 • 13h48
  
Os professores estaduais do Distrito Federal decidiram em assembleia realizada nesta terça-feira, 17 de abril, na praça do Buriti, em Brasília, manter a greve iniciada há 37 dias. Segundo o Sindicato dos Professores no Distrito Federal (Sinpro-DF), enquanto o governador não cumprir o acordo firmado com as professoras e professores do ensino público em 2011, a categoria não retornará ao trabalho.


"Embora alardeie na imprensa que tem intenção de negociar com a categoria, em nenhuma das reuniões ocorridas, o GDF apresentou qualquer proposta concreta que atendesse aos anseios das professoras e professores", afirmou o sindicato em nota. A categoria voltará a se reunir em assembleia geral na próxima quinta-feira, dia 19, quando se espera ter do governo uma nova proposta para ser analisada.


Em reunião na tarde de ontem, representantes da CUT nacional e da CUT-DF, de cerca de 30 sindicatos, da Arquidiocese de Brasília, entre outras entidades, decidiram solicitar uma audiência com o governador para discutir uma solução para a paralisação da categoria. O governador recebeu uma comissão desse grupo à noite, em Águas Claras, e ficou acertado que o GDF fará novas avaliações e estudos para buscar alternativas que possam nos ser apresentadas.


Da assembleia, as professoras e professores partiram para a ocupação do Eixo Monumental e fizeram o "cercamento simbólico" do Palácio do Buriti. Com bandeiras, apitos e vuvuzelas, os manifestantes ocuparam as seis pistas da via. A intenção é manter o cerco para forçar o governo a receber a Comissão de Negociação. A categoria também decidiu que permanecerá acampada na Praça do Buriti ate que as reivindicações sejam atendidas.


Entre as principais reivindicações, está a exigência de equiparação média salarial com outras carreiras de nível superior do governo distrital. O item, segundo o Sinpro, consta de um acordo negociado em abril de 2011 cujo teor o governo não teria cumprido.


O governo, por sua vez, diz estar atendendo gradualmente ao acordo, já tendo, inclusive, concedido aumento salarial de 13,83% - que afirma ter sido o maior índice do País - e reajuste de 55% no valor do tíquete-alimentação, hoje de R$ 304.

11/04/2012

PROFESSORES DO DF DECIDEM MANTER GREVE INICIADA HÁ 30 DIAS

Retirado do site do Notícias Terra.

10 de abril de 2012 • 12h46
Professores da rede pública do DF decidem manter a paralisação por tempo indeterminado como forma de pressionar as autoridades para a concessão dos reajustes reivindicados
Foto: Antônio Cruz/Agência Brasil

Os professores estaduais do Distrito Federal decidiram em assembleia realizada nesta terça-feira, na praça do Buriti, em Brasília, manter a greve iniciada há 30 dias. Segundo o Sindicato dos Professores no Distrito Federal (Sinpro-DF), o governo distrital não apresentou proposta concreta para a categoria.
"Embora alardeie na imprensa que tem intenção de negociar com a categoria, em nenhuma das reuniões ocorridas, o GDF apresentou qualquer proposta concreta que atendesse aos anseios das professoras e professores", afirmou o sindicato em nota. A próxima assembleia da categoria foi agendada para o dia 13.
Entre as principais reivindicações da categoria, está a exigência de equiparação média salarial com outras carreiras de nível superior do governo distrital. O item, segundo o Sinpro, consta de um acordo negociado em abril de 2011 cujo teor o governo não teria cumprido.
O governo, por sua vez, diz estar atendendo gradualmente ao acordo, já tendo, inclusive, concedido aumento salarial de 13,83% - que afirm

04/04/2012

PROFESSORES DA REDE PÚBLICA ESTÃO EM GREVE EM 5 CAPITAIS


Retirado do site G1.

04/04/2012 15h34
Professores da rede pública estão em greve em 5 capitais, no Piauí e no DF
Categoria parou em Teresina, Belo Horizonte, São Paulo, Natal e São Luís.
No DF, professor recebe acima do piso nacional, mas quer novo reajuste.


Os professores da rede pública de Teresina, Belo Horizonte, São Paulo, Natal e São Luís estão em greve para reivindicar, entre outras coisas, a garantia do reajuste de 22,22% do piso salarial nacional (que chega a R$ 1.451,00), estipulado pelo Ministério da Educação (MEC) em 27 de fevereiro deste ano. A categoria também está parada no Piauí. No Distrito Federal, professor recebe acima do piso nacional, mas permanece pedindo reajuste salarial.
O valor é para remuneração mínima do professor de nível médio e jornada de 40 horas semanais. A decisão do MEC é retroativa para 1º de janeiro deste ano. A aplicação do piso é obrigatória para estados e municípios de acordo com a lei federal número 11.738, de 16 de junho de 2008. As administrações estaduais e municipais podem usar recursos federais para complementar a folha de pagamento, mas desde 2008 nenhum deles comprovou falta de verbas para esse fim.
Em São PauloA Secretaria da Educação da cidade de São Paulo divulgou na noite desta segunda-feira (2) que a adesão à greve na rede municipal de ensino atingiu apenas 10% das unidades. A estimativa é bastante diferente da do Sindicato dos Profissionais em Educação no Ensino Municipal (Sinpeem), segundo o qual pararam 60% dos funcionários - o que inclui professores, gestores e quadro de apoio.
A paralisação deve durar até esta quarta-feira (4), segundo o sindicato, que convocou uma assembleia para a mesma data, quando será votada a retomada das atividades. A categoria reivindica a antecipação da aplicação dos índices de reajustes previstos para 2013 (10,19%) e 2014 (13,43%). Outro objetivo é pressionar para que a Prefeitura garanta aos funcionários dos Ceis, que cuidam de crianças de 0 a 3 anos, direito às férias em janeiro e aos recessos escolares.

EM ASSEMBLEIA, PROFESSORES DO DF DECIDEM MANTER GREVE


Retirado do site do Notícias Terra.


Em assembleia, professores do DF decidem manter greve
03 de abril de 2012 • 13h21
  
Reunidos em assembleia nesta terça-feira, professores do Distrito Federal decidiram pela manutenção da greve iniciada há 23 dias. "O desrespeito, o constante ataque à categoria na mídia e, principalmente, a ausência de qualquer negociação efetiva foram determinantes para a decisão tomada pela maioria absoluta dos presentes à assembleia", disse em nota o Sindicato dos Professores no Distrito Federal (Sinpro-DF).


Após a assembleia na Praça do Buruti, em Brasília, os educadores seguiram em passeada até o estádio nacional. No local, eles protestaram contra os investimentos para a Copa do Mundo. "Para o estádio quase R$ 1 bilhão, por que nada para a educação?", cobravam os educadores. Na reunião ficou definido que a categoria voltará a fazer uma assembleia na próxima terça-feira, dia 10, na Praça do Buriti.


Entre as principais reivindicações da categoria, está a exigência de equiparação média salarial com outras carreiras de nível superior do governo distrital. O item, segundo o Sinpro, consta de um acordo negociado em abril de 2011 cujo teor o governo não teria cumprido.
O governo, por sua vez, diz estar atendendo gradualmente ao acordo, já tendo, inclusive, concedido aumento salarial de 13,83% - que afirma ter sido o maior índice do País - e reajuste de 55% no valor do tíquete-alimentação, hoje de R$ 304.

27/03/2012

PROFESSORES DA REDE PÚBLICA DO DF DECIDEM CONTINUAR EM GREVE

21/03/2012

DF: PROFESSORES DECIDEM CONTINUAR GREVE POR TEMPO INDETERMINADO

Retirado do site Notícias Terra.

20 de março de 2012  16h20



cerca de 10 mil professores participaram da assembleia - Foto: Sinpro-DF/Divulgação
Os professores Segundo o sindicato, da rede pública do Distrito Federal decidiram em assembleia nesta terça-feira, na praça do Buriti, em Brasília, continuar com a greve da categoria que teve início no dia 12 de março. Embora contem com o maior salário da categoria no País - de cerca de R$ 2,3 mil - os professores cobram a equiparação média salarial com outras carreiras de nível superior do governo distrital.


O item, segundo o Sindicato dos Professores (Sinpro-DF), consta de um acordo negociado em abril de 2011 cujo teor o governo não teria cumprido. O governo, por sua vez, afirma estar atendendo gradualmente ao acordo, já tendo, inclusive, concedido aumento salarial de 13,83% - que afirma ter sido o maior índice do País - e reajuste de 55% no valor do tíquete-alimentação, hoje de R$ 304.
Segundo o sindicato, a continuidade da greve é por tempo indeterminado e foi motivada pela ausência de uma proposta de reajuste. Uma nova assembleia será feita no dia 27, a partir das 9h30, na praça do Buriti.

09/03/2012

PROFESSORES (DF) ENTRAM EM GREVE A PARTIR DE SEGUNDA (12/03)

Retirado do site Mais comunidade.

Paralisação, por tempo indeterminado, foi aprovada na manhã de hoje, em ato realizado no Palácio do Buriti que contou com a participação de seus mil profissionais

Redação Mais Comunidade 08/03/2012 às 12:07





Paralisação, por tempo indeterminado, foi aprovada na manhã de hoje, em ato realizado no Palácio do Buriti que contou com a participação de seus mil profissionais

Os professores do Distrito Federal anunciaram greve para segunda-feira (12). A decisão foi aprovada pela ampla maioria dos presentes na assembleia realizada hoje de manhã na Praça do Buriti. A categoria cobra o cumprimento de promessas feitas pelo GDF ao Sindicato dos Professores do Distrito Federal (Sinpro-DF) em abril do ano passado. Segundo dados da Polícia Militar (PMDF), seis mil pessoas participaram da assembleia. O único incidente registrado foi o caso de uma senhora que passou mal e foi socorrida pelos brigadistas.

A diretora de imprensa do Sinpro-DF, Rosilene Corrêa, conta que entre as garantias feitas pelo GDF estavam a reestruturação do plano de carreira, aumento no valor do auxílio alimentação, gestão democrática nas escolas da rede pública e plano de saúde.“O governo só cumpriu o acordo no que se diz respeito ao auxílio alimentação e à gestão democrática”, afirma.