ABAIXO-ASSINADO UMA MATRÍCULA UMA ESCOLA
A lei 2200 garante que os professores da rede estadual não podem mais ficar em mais de uma escola, entretanto o governador Cabral quer impedir que ela seja oficializada.
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Até 16/06/13 já foram 3.080 pessoas assinando.
14/11/2012
SEEDUC NO SITE A GRATIFICAÇÃO DE "CERTIFICAÇÃO DE CONHECIMENTO"
Retirado do site da SEEDUC.
Prestem atenção na tabela abaixo, pois os valores são para professores de 30 horas que são minoria na rede. Além disso já estabelece o maior valor de R$ 1 mil em vez dos R$500,00 anunciados.
Leiam com atenção as condicionantes para acessar essa gratificação. As coisas não se resumem a fazer uma prova.
Uma última observação. Façamos contas simples.
Somo 70 mil? Então se pretendem gastar R$ 100 milhões durante 2013 temos a seguinte conta:
R$100 milhões : R$500 : 12 meses = 16.666,6666666667 professores.
Serão menos de 23,8% dos professores(as) beneficiados.
GOVERNO LANÇARÁ PROGRAMA DE CERTIFICAÇÃO PARA PROFESSORES
14/11/2012 - 15:01h - Atualizado em 14/11/2012 - 18:03h
Será a terceira forma de remuneração na carreira do magistério no Estado
A Secretaria de Estado de Educação (Seeduc) lançará, a partir de 2013, o programa de Certificação de Professores. É mais uma forma de valorização e de remuneração para os 75 mil docentes da rede estadual de ensino.
A carreira do magistério continua inalterada, com os benefícios e gratificações, como triênios, interstícios e reajustes. Há, também, a remuneração variável por unidade escolar, implementada em 2011 e que paga bônus ao conjunto de servidores de uma escola que alcançou as metas previamente estipuladas pela Seeduc. Sendo assim, com a nova medida, o professor do Estado poderá ter até três formas remuneratórias: progressão de carreira + bônus + Programa de Certificação, que remunerará o docente que obtiver bom desempenho em um exame voluntário.
Essa certificação será aplicada em três níveis. No primeiro ano, ocorre a de nível 1. No segundo ano, as de nível 1 e 2; ou seja, aqueles que não fizeram ou não conseguiram obter a certificação 1 poderão tentar no ano seguinte. É pressuposto para que se consiga a certificação em nível 2 que o docente tenha feito o nível 1. E no terceiro ano, níveis 1, 2 e 3, sendo que continua a lógica do pré-requisito para certificação master. Para ser master, tem que ter passado pela certificação 2, e por conseguinte, ter feito a 1.
As medidas não são excludentes. São complementares. E a certificação agrega ao salário, pois o docente poderá optar por recolhimento previdenciário naquele período em que estiver recebendo com a certificação e se aposentar pela média”, explicou o secretário de Estado de Educação, Wilson Risolia.
Para se obter a certificação, serão levados em conta, além da prova, alguns pré-requisitos como: pontuação em provas de conhecimentos específicos, noções de gestão, técnicas pedagógicas, análise curricular e avaliação de competências. E para participar do exame, o docente deve ter, no mínimo, um ano de rede estadual.
Caberá também ao professor regente de turma, para se candidatar, aplicar o Currículo Mínimo, lançar notas no Conexão Educação, participar das avaliações externas, apresentar 90% de frequência presencial no ano calendário e, em relação aos afastamentos, obedecer às situações previstas no Estatuto do Servidor Público.
“Essa é uma forma de atrair, reter e valorizar os professores. Estamos, ainda, estimulando o constante aprimoramento. Muitos países adotaram essa prática. Meritocracia, para nós, é um valor. E valorizamos quem tem maior conhecimento”, disse o secretário.
As certificações terão pontuação considerada nos processos seletivos internos para as funções estratégicas da área pedagógica. No caso de movimentação e escolha de turmas, as certificações também serão consideradas para pontuação. As certificações deverão ser revalidadas a cada cinco anos. As remunerações serão por matrícula. Os docentes que, eventualmente não aprovados para os níveis subsequentes ou que não prestarem exame para o próximo nível, continuam recebendo a gratificação correspondente à certificação dos seus respectivos níveis.
“Essa medida não é um bônus. O próprio nome define do que se trata: é certificação; algo comum para a sociedade do conhecimento, como essa em que nós vivemos. O conhecimento não é algo linear. Várias profissões certificam em diversos níveis. E nós continuamos com o nosso plano de carreira, que foi uma conquista da classe, justa. Nisso não se mexe, é uma conquista. Além do plano de cargos, nós temos, aí sim, pagamento de bônus pelo resultado das escolas”, afirmou Risolia.
Exemplos de progressão na carreira com a certificação:
Docente 30h semanais
2013 – Nível 1 – R$ 1.878 + R$ 1.000 = R$ 2.878
2014 – Nível 2 – R$ 1.878 + R$ 2.000 = R$ 3.878
2015 – Nível 3 – R$ 1.878 + R$ 4.000 = R$ 5.878
Portanto, com três anos de carreira, o docente poderá receber R$ 6.065, fora os reajustes anuais. E isso ainda sem contar com o bônus anual, caso sua unidade escolar atinja as metas pré-estabelecidas. Nesse valor também não estão sendo levadas em conta as gratificações incorporadas com a certificação externa já existente, como mestrado e doutorado, e que não deixam de ser uma certificação e faz o salário aumentar. A nova proposta é uma certificação a mais, só que interna.
Sem a certificação, um professor de 30h com três anos de magistério estaria recebendo cerca de R$ 2.100, sem considerar, obviamente, os reajustes anuais.
Ou seja, com a certificação, e com a mesma carga horária, o salário poderá ser até três vezes maior.
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Tudo balela!!! Conversa para boi dormir!!!!
ResponderExcluirconversa ou nao, pq nao vibrar com um acrescimo de salario, pelo amor de deus, alguns professores reclamam mas quando vem alguma medida continuam a reclamar, se acomodoram tanto e acham que tudo tem que vir facil na vida, pode morrer ne!!!
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