ABAIXO-ASSINADO UMA MATRÍCULA UMA ESCOLA
A lei 2200 garante que os professores da rede estadual não podem mais ficar em mais de uma escola, entretanto o governador Cabral quer impedir que ela seja oficializada.
Clique aqui para saber mais e participar da mobilização.
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19/06/2013
12/03/2013
PROFESSORES DO CE VISCONDE DE CAIRU FAZEM CARTA CONTRA PLANEJAMENTO NA ESCOLA
Retirado do site do SEPE.
11/03/2013
Sabemos que a Secretaria Estadual de Educação está pressionando para que os professores realizem o horário de planejamento dentro das escolas. Isso na verdade, significa arrocho salarial.
Divulgamos a Carta produzida coletivamente pelos professores do Colégio Estadual Visconde de Cairu, no Méier, diante da exigência da Metropolitana III para que as horas destinadas ao planejamento sejam cumpridas na escola.
Segue a carta:
“Nós, docentes do Colégio Estadual Visconde de Cairu reunidos em assembleia no dia 02 de março de 2013, ao analisarmos os diversos problemas enfrentados em nossa prática diária, entendemos que a determinação da Secretaria estadual de educação de tornar obrigatório o cumprimento do horário complementar na escola amplia a precarização do nosso trabalho e aumenta a carga de trabalho não remunerado. Tal iniciativa fere a autonomia dos professores no que se refere à metodologia de trabalho, à escolha dos recursos e até dos espaços mais adequados para a elaboração do planejamento.
“Na construção desse planejamento, parte significativa dos meios escolhidos pelos docentes, dado a sua natureza, não cabe nos espaços limitados às unidades escolares: pesquisa em museus, bibliotecas, exposições em centros culturais, cinemas, etc. As unidades escolares que, via de regra, sequer dispõem dos espaços e recursos necessários para as reuniões semanais, não dispõem igualmente de locais apropriados à leitura e necessária reflexão para a elaboração das aulas e do material de apoio didático e midiático, menos ainda à tranquila e segura correção das avaliações.
“Desconsiderando a possibilidade de se manter um diálogo respeitoso e construtivo, valorizando o saber docente e sua capacidade de formular e encaminhar propostas, a secretaria toma uma iniciativa sem consultar os professores. Fato esse que poderia contribuir para a melhora na qualidade do ensino do rio de janeiro.
“A falta de políticas públicas realmente comprometidas com a educação de qualidade, não tem garantido os investimentos necessários para a criação e manutenção de estruturas físicas que viabilizem a realização de parte do trabalho de planejamento no interior das unidades escolares. A precariedade de recursos materiais e humanos, tanto quanto o autoritarismo do governo na relação com os docentes, ferem a autonomia pedagógica e, consequentemente, a qualidade das aulas.
“Não será o compulsório “confinamento” dos professores no interior das escolas por mais quatro horas a garantia da execução de um planejamento que atenda ás necessidades da comunidade escolar. Ao contrário, significa apenas o cumprimento burocrático do horário determinado pela secretaria na escola, o que entendemos como circunstância responsável por ameaçar a boa qualidade das aulas. Os professores terão ainda que ampliar suas horas de trabalho para além das dezesseis horas, fazendo o planejamento de fato em outra hora e local, ampliando assim a carga de trabalho não remunerado.
“Isoladamente, nenhuma proposta de alteração no campo da educação pública logrará resultados efetivos e duradouros, enquanto os profissionais da educação receberem baixos salários, faltarem recursos materiais nas escolas, não for respeitada a autonomia pedagógica docente e predominar o autoritarismo do governo na relação com os profissionais da educação.”
Professores do Colégio Estadual Visconde de Cairu – Metro III
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14/12/2012
PROJETO DE LEI PARA MANUTENÇÃO DA ESCOLA FRIEDENREICH NO MARACANÃ
Retirado do site Meu Rio.
Para virar um guardião da Friedenreich pela internet clique aqui.
Os alunos da Friedenreich não têm para onde ir: vereadores, votem a favor do tombamento da escola e impeçam a demolição!
Educação
Veja aqui o Projeto de Lei
Situada no Complexo do Maracanã, a Escola Municipal Friedenreich, décima melhor escola do Brasil no IDEB, está ameaçada de demolição! Os pais dos alunos da escola estão desesperados, pois procuram o diálogo com o poder público desde 2009, quando tiveram a notícia da demolição, sem terem obtido qualquer resposta ou comunicação. Agora, no final do ano letivo, o Governo e a Prefeitura querem demolir a escola às pressas, sem um local pronto para receber os alunos, para construir uma quadra de aquecimento para a Copa do Mundo.
O projeto de lei 469/2009, do vereador Carlo Caiado, prevê o tombamento da escola, pois entende que existe interesse educacional e social na permanência da Friedenreich onde atualmente está. Se esse projeto for aprovado, a escola não poderá ser demolida. Por isso, o Meu Rio e a Comissão de Pais de Alunos da Escola Municipal Friedenreich convocam os cariocas a pressionar os vereadores a votar SIM no PL 469/2009. Vamos defender nosso maior patrimônio: a educação!
Ao contrário do que o Prefeito afirmou em entrevista, o Governo quer permitir a demolição de uma escola sem garantir a construção prévia de outra para que esses alunos estudem! Em reunião com a Secretária Municipal de Educação, Claudia Costin, ela afirmou que seria muito difícil construir outra escola antes do prazo da demolição, o que levaria os alunos da Friedenreich a estudar em salas improvisadas, emprestadas de outras escolas, por tempo indeterminado. Um total desrespeito com a educação dessas crianças!
Felizmente, existe um Projeto de Lei na Câmara dos Vereadores que prevê o tombamento da escola. Diversos países têm escolas dentro de museus e estádios desportivos, então, por que as autoridades públicas insistem em dizer que "o maracanã não é lugar de escola"? Vamos pressionar os vereadores do Rio de Janeiro para votarem a favor do PL 469/2009, ainda esse ano. Só assim poderemos garantir que a Friedenreich permanecerá de pé em 2013!
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13/11/2012
MOVIMENTAÇÃO CONTRA REESTRUTURAÇÃO DAS ESCOLAS DA REDE MUNICIPAL (SME) DO RJ
Mudanças radicais na rede municipal do RJ.
Vídeo Extinção dos Polos
Retirado do site do SEPE.
13/11/2012
Jornal O Dia desta terça-feira (dia 13/11) publica matéria paga do Sepe sobre reestruturação na rede municipal
A edição desta terça-feira do Jornal O Dia publica uma matéria paga do Sepe, que alerta a população sobre os problemas que a reestruturação da SME na rede municipal está provocando nas escolas e os prejuízos para os alunos e profissionais. O texto foi publicado na página 13 do primeiro caderno do Jornal, com grande destaque. Veja o teor do texto do Sepe publicado hoje para denunciar a população sobre os problemas da reestruturação na rede municipal:
Aos responsáveis pelos alunos das escolas municipais:
A Secretaria Municipal de Educação quer mudar o funcionamento das escolas e creches do Rio de Janeiro, causando muitos problemas para seus filhos. Pela proposta da Prefeitura, em 2013 as escolas serão divididas por séries. As turmas da educação infantil serão atendidas pelos EDI’s. As turmas do 1º ao 3º ano serão concentradas em escolas chamadas “Casa de Alfabetização”. Os 4º, 5º e 6º ano, transformados em “Primário Carioca”, e os 7º,8º e 9º ano em “Ginásio Carioca”, vão funcionar, agora, em escolas diferentes.Isso significará um transtorno para as famílias dos estudantes. Muitos alunos terão que mudar de escola. Crianças da mesma família estudarão em lugares diferentes. Além disso, a cada 3 anos os responsáveis terão que buscar novas escolas para matricular seus filhos e enfrentarão a dura batalha de garantir as vagas.O trabalho pedagógico também será desfeito, profissionais que trabalham há anos na mesma escola exercendo um bom trabalho com a comunidade escolar, também serão transferidos para outras escolas e terão suas vidas profissionais desestruturadas.
A Prefeitura não está respeitando a história e o projeto político pedagógico das escolas. Ao propor a divisão das escolas por segmentos ataca a qualidade do ensino que tem sido garantida através do árduo trabalho dos profissionais da educação em diálogo com as comunidades escolares. A tentativa de demolição da EM Fredenreich é um exemplo simbólico deste ataque.
O pior é que os profissionais, os alunos e os responsáveis não foram consultados.
Será que a escola dos filhos do Prefeito é assim?
Não permita que acabem com a escola pública do seu filho. Educação é um direito fundamental da população que tem que ser garantido pelos governos.
O que está em jogo é o futuro de milhares de crianças e jovens cariocas, por isso é que a luta em defesa da escola pública é uma responsabilidade de todos nós!
SEPE RJ – SINDICATO ESTADUAL DOS PROFISSIONAIS DE EDUCAÇÃO DO RIO DE JANEIRO
Retirado do site do SEPE.
12/11/2012
Abaixo assinado contra a reestruturação na rede municipal e a remoção compulsória: assine já
A rede municipal está em luta contra a reestruturação da rede municipal e a remoção compulsória dos profissionais dos seus locais de origem sem concurso. A categoria pode participar colocando o seu nome num abaixo assinado eletrônico e convidando os demais integrantes da comunidade escolar a fazer o mesmo. O abaixo-assinado pode ser acessado pelo link abaixo:
http://www.peticaopublica.com.br/Confirmacao.aspx?id=31215%2c1%2c792419
Retirado do site do SEPE.
12/11/2012
Carta dos alunos do CE Carlos Maul contra o fechamento da escola
Nós, alunos do Colégio Estadual Carlos Maul, vimos por meio desta carta solicitar a continuidade de nossa vida escolar na referida unidade. Somos moradores da Zona Oeste, região da cidade que sofre com altos índices de violência, falta de infra-estrutura, transporte público de qualidade e carência de escolas estaduais em sedes próprias. Exatamente por essa última questão, somos estudantes de uma escola compartilhada em um prédio da prefeitura.
Conforme informado em reunião com os membros da Metropolitana IV e a comunidade escolar dia 26 de outubro de 2012, soubemos da política da Secretaria de Educação de unificar escolas, desocupando prédios alugados da prefeitura.
No entanto, nós alunos do colégio Estadual Carlos Maul, nos preocupamos com nosso futuro escolar. Não por medo de ficarmos sem escola, ou de fazer longos deslocamentos, mas porque tememos não usufruir da mesma qualidade de ensino nos transferindo para outra unidade escolar. Não gostaríamos de estudar em salas super-lotadas; queremos continuar projetos já iniciados com nossos professores (Festival de Poesia, Feira de Ciência, Teatro, Torneios Esportivos, Café Filosófico, Aula-passeio, Visita a Museu...). Almejamos, no futuro, cursar uma universidade, portanto, não nos interessamos pelo projeto de Educação para Jovens e Adultos, EJA. Veja mais detalhes da mobilização da escola pelo link:
http://www.pro-realengo.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=430%3Acarta-aberta-de-alunos-contra-fechamento-da-esc-est-carlos-maul&catid=58%3Adicas&Itemid=60
Retirado do site do SEPE.
13/11/2012
Jornal O Dia desta terça-feira (dia 13/11) publica matéria paga do Sepe sobre reestruturação na rede municipal
A edição desta terça-feira do Jornal O Dia publica uma matéria paga do Sepe, que alerta a população sobre os problemas que a reestruturação da SME na rede municipal está provocando nas escolas e os prejuízos para os alunos e profissionais. O texto foi publicado na página 13 do primeiro caderno do Jornal, com grande destaque. Veja o teor do texto do Sepe publicado hoje para denunciar a população sobre os problemas da reestruturação na rede municipal:
Aos responsáveis pelos alunos das escolas municipais:
A Secretaria Municipal de Educação quer mudar o funcionamento das escolas e creches do Rio de Janeiro, causando muitos problemas para seus filhos. Pela proposta da Prefeitura, em 2013 as escolas serão divididas por séries. As turmas da educação infantil serão atendidas pelos EDI’s. As turmas do 1º ao 3º ano serão concentradas em escolas chamadas “Casa de Alfabetização”. Os 4º, 5º e 6º ano, transformados em “Primário Carioca”, e os 7º,8º e 9º ano em “Ginásio Carioca”, vão funcionar, agora, em escolas diferentes.Isso significará um transtorno para as famílias dos estudantes. Muitos alunos terão que mudar de escola. Crianças da mesma família estudarão em lugares diferentes. Além disso, a cada 3 anos os responsáveis terão que buscar novas escolas para matricular seus filhos e enfrentarão a dura batalha de garantir as vagas.O trabalho pedagógico também será desfeito, profissionais que trabalham há anos na mesma escola exercendo um bom trabalho com a comunidade escolar, também serão transferidos para outras escolas e terão suas vidas profissionais desestruturadas.
A Prefeitura não está respeitando a história e o projeto político pedagógico das escolas. Ao propor a divisão das escolas por segmentos ataca a qualidade do ensino que tem sido garantida através do árduo trabalho dos profissionais da educação em diálogo com as comunidades escolares. A tentativa de demolição da EM Fredenreich é um exemplo simbólico deste ataque.
O pior é que os profissionais, os alunos e os responsáveis não foram consultados.
Será que a escola dos filhos do Prefeito é assim?
Não permita que acabem com a escola pública do seu filho. Educação é um direito fundamental da população que tem que ser garantido pelos governos.
O que está em jogo é o futuro de milhares de crianças e jovens cariocas, por isso é que a luta em defesa da escola pública é uma responsabilidade de todos nós!
SEPE RJ – SINDICATO ESTADUAL DOS PROFISSIONAIS DE EDUCAÇÃO DO RIO DE JANEIRO
Retirado do site do SEPE.
12/11/2012
Abaixo assinado contra a reestruturação na rede municipal e a remoção compulsória: assine já
A rede municipal está em luta contra a reestruturação da rede municipal e a remoção compulsória dos profissionais dos seus locais de origem sem concurso. A categoria pode participar colocando o seu nome num abaixo assinado eletrônico e convidando os demais integrantes da comunidade escolar a fazer o mesmo. O abaixo-assinado pode ser acessado pelo link abaixo:
http://www.peticaopublica.com.br/Confirmacao.aspx?id=31215%2c1%2c792419
Retirado do site do SEPE.
12/11/2012
Carta dos alunos do CE Carlos Maul contra o fechamento da escola
Nós, alunos do Colégio Estadual Carlos Maul, vimos por meio desta carta solicitar a continuidade de nossa vida escolar na referida unidade. Somos moradores da Zona Oeste, região da cidade que sofre com altos índices de violência, falta de infra-estrutura, transporte público de qualidade e carência de escolas estaduais em sedes próprias. Exatamente por essa última questão, somos estudantes de uma escola compartilhada em um prédio da prefeitura.
Conforme informado em reunião com os membros da Metropolitana IV e a comunidade escolar dia 26 de outubro de 2012, soubemos da política da Secretaria de Educação de unificar escolas, desocupando prédios alugados da prefeitura.
No entanto, nós alunos do colégio Estadual Carlos Maul, nos preocupamos com nosso futuro escolar. Não por medo de ficarmos sem escola, ou de fazer longos deslocamentos, mas porque tememos não usufruir da mesma qualidade de ensino nos transferindo para outra unidade escolar. Não gostaríamos de estudar em salas super-lotadas; queremos continuar projetos já iniciados com nossos professores (Festival de Poesia, Feira de Ciência, Teatro, Torneios Esportivos, Café Filosófico, Aula-passeio, Visita a Museu...). Almejamos, no futuro, cursar uma universidade, portanto, não nos interessamos pelo projeto de Educação para Jovens e Adultos, EJA. Veja mais detalhes da mobilização da escola pelo link:
http://www.pro-realengo.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=430%3Acarta-aberta-de-alunos-contra-fechamento-da-esc-est-carlos-maul&catid=58%3Adicas&Itemid=60
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29/10/2012
ASSINE APOIO AOS PAIS E ALUNOS CONTRA A DERUBADA DA ESCOLA FRIEDENREICH!
Vamos apoiar pessoal para evitar mais uma tentativa de abuso contra a educação por parte do prefeito.
"ESCOLA É PARA CONSTRUIR E NÃO PARA DESTRUIR"
ASSINE A CARTA DE APOIO AOS PAIS E ALUNOS DA ESCOLA FRIEDENREICH!
"Meu nome é Beatriz Ehlers, tenho 11 anos, e quando crescer eu quero ser arquiteta. Eu estudo na Escola Municipal Friedenreich, que é a 4ª melhor escola do Rio mas o Governo quer demolir ela e construir uma quadra para o Maracanã. Eu amo a minha escola e todos os alunos, professores e pais também amam ela! Foi aqui que eu aprendi a ler, escrever, usar computador, filmar e editar vídeos e principalmente a respeitar as outras pessoas. Nossa escola é diferente, é um exemplo! Nós pedimos a todos os cariocas e todas as escolas do Rio que assinem a carta de apoio e nos ajudem a impedir que a nossa escola seja demolida. Meus pais, eu e outros alunos vamos entregar essa carta diretamente para quem pode impedir que a escola seja demolida durante um encontro no dia 08 de Novembro."
Conversando com os pais da Bia, descobrimos que ela é uma das melhores alunas da Escola Municipal Friedenreich, considerada a 4ª melhor do município. Infelizmente o Governo planeja botar a escola da Bia abaixo e construir uma quadra antes de entregar o complexo Maracanã para ser administrado pela iniciativa privada.
Felizmente, ainda dá tempo de alterar o edital de concessão do Maracanã e evitar que a escola seja demolida, interrompendo um projeto pedagógico que se construiu em 20 anos. Só temos que convencer o Secretário da Casa Civil, Regis Fichtner, a fazer as mudanças.
Fichtner estará presente em uma audiência pública no dia 8 de novembro, justamente para discutir a política de concessão do Maracanã. Os alunos, pais e professores da Escola Municipal Friedenreich estarão presentes. Eles estão muito unidos, mas ainda estão desamparados e precisam de toda a ajuda dos cariocas. Não vamos deixar que eles entrem nessa audiência pública sozinhos! Pra juntar a sua voz à deles, assine a carta de apoio!
p.s: antes de conhecermos a Bia, a história da escola já havia sido enviada pra nossa equipe por uma mãe de aluno, Márcia Fernandes. Ela nos contou que justificativas diferentes já foram dadas para a demolição: primeiro, era para construir um estacionamento, agora é para as quadras. Márcia já resiste à demolição há dois anos, e não vai parar agora. Junte-se a ela aqui.
Porque o Meu Rio entrou nessa campanha?
O Meu Rio sempre defende processos participativos e transparentes nas políticas públicas, e nesse caso nenhum dos dois princípios foi respeitado. Não apenas os pais e alunos descobriram pela imprensa que sua escola seria demolida, como a decisão foi anunciada antes de consulta com a comunidade escolar e em desacordo com a própria Secretaria Municipal de Educação. Além disso, a experiência nos mostra que promessas de "vamos construir outro antes de destruir esse" não funcionam, vide o exemplo do Autódromo, que está sendo demolido antes que os equipamentos novos sejam construídos. Em se tratando do futuro das crianças cariocas, não podemos correr esse risco.
Fontes:
- Estadão - Escola top 10 do Rio será demolida, afirma edital
- Jornal Extra - Pais e alunos protestam contra demolição de colégio no Maracanã, em 2009
- Concessão do Maracanã devolverá ao estado menos de 30% do que foi investido na reforma
- Veja quais são as melhores escolas públicas do Rio no IDEB
- Vídeo com a Bia na Escola Municipal
"ESCOLA É PARA CONSTRUIR E NÃO PARA DESTRUIR"
Para assinar clique no link abaixo.
ASSINE A CARTA DE APOIO AOS PAIS E ALUNOS DA ESCOLA FRIEDENREICH!

Meta: 3000
1987 pessoas assinaram esta petição.
Esta semana, o Meu Rio recebeu o seguinte apelo:
"Meu nome é Beatriz Ehlers, tenho 11 anos, e quando crescer eu quero ser arquiteta. Eu estudo na Escola Municipal Friedenreich, que é a 4ª melhor escola do Rio mas o Governo quer demolir ela e construir uma quadra para o Maracanã. Eu amo a minha escola e todos os alunos, professores e pais também amam ela! Foi aqui que eu aprendi a ler, escrever, usar computador, filmar e editar vídeos e principalmente a respeitar as outras pessoas. Nossa escola é diferente, é um exemplo! Nós pedimos a todos os cariocas e todas as escolas do Rio que assinem a carta de apoio e nos ajudem a impedir que a nossa escola seja demolida. Meus pais, eu e outros alunos vamos entregar essa carta diretamente para quem pode impedir que a escola seja demolida durante um encontro no dia 08 de Novembro."
Conversando com os pais da Bia, descobrimos que ela é uma das melhores alunas da Escola Municipal Friedenreich, considerada a 4ª melhor do município. Infelizmente o Governo planeja botar a escola da Bia abaixo e construir uma quadra antes de entregar o complexo Maracanã para ser administrado pela iniciativa privada.
Felizmente, ainda dá tempo de alterar o edital de concessão do Maracanã e evitar que a escola seja demolida, interrompendo um projeto pedagógico que se construiu em 20 anos. Só temos que convencer o Secretário da Casa Civil, Regis Fichtner, a fazer as mudanças.
Fichtner estará presente em uma audiência pública no dia 8 de novembro, justamente para discutir a política de concessão do Maracanã. Os alunos, pais e professores da Escola Municipal Friedenreich estarão presentes. Eles estão muito unidos, mas ainda estão desamparados e precisam de toda a ajuda dos cariocas. Não vamos deixar que eles entrem nessa audiência pública sozinhos! Pra juntar a sua voz à deles, assine a carta de apoio!
p.s: antes de conhecermos a Bia, a história da escola já havia sido enviada pra nossa equipe por uma mãe de aluno, Márcia Fernandes. Ela nos contou que justificativas diferentes já foram dadas para a demolição: primeiro, era para construir um estacionamento, agora é para as quadras. Márcia já resiste à demolição há dois anos, e não vai parar agora. Junte-se a ela aqui.
Porque o Meu Rio entrou nessa campanha?
O Meu Rio sempre defende processos participativos e transparentes nas políticas públicas, e nesse caso nenhum dos dois princípios foi respeitado. Não apenas os pais e alunos descobriram pela imprensa que sua escola seria demolida, como a decisão foi anunciada antes de consulta com a comunidade escolar e em desacordo com a própria Secretaria Municipal de Educação. Além disso, a experiência nos mostra que promessas de "vamos construir outro antes de destruir esse" não funcionam, vide o exemplo do Autódromo, que está sendo demolido antes que os equipamentos novos sejam construídos. Em se tratando do futuro das crianças cariocas, não podemos correr esse risco.
Fontes:
- Estadão - Escola top 10 do Rio será demolida, afirma edital
- Jornal Extra - Pais e alunos protestam contra demolição de colégio no Maracanã, em 2009
- Concessão do Maracanã devolverá ao estado menos de 30% do que foi investido na reforma
- Veja quais são as melhores escolas públicas do Rio no IDEB
- Vídeo com a Bia na Escola Municipal
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03/08/2012
NOTA DE REPÚDIO DA REGIONAL 6 CONTRA REPRESENTANTE DA METROPOLITANA
Retirado do blog do SEPE Regional 6.
quinta-feira, 2 de agosto de 2012
NOTA DE REPÚDIO
A Regional VI, do Sindicato Estadual dos Profissionais da Educação, em nome de todos os educadores que representa, manifesta total repúdio ao comportamento desrespeitoso e prepotente demonstrado por um representante de Metropolitana, Coordenador de Acompanhamento da Rede Estadual de Educação, no episódio a seguir:
No dia 10 de julho de 2012, por volta de 9h30, quando o representante supracitado chegou à portaria do Colégio Estadual Brigadeiro Schorcht, a quase totalidade do corpo docente e do corpo técnico-administrativo do Colégio se encontrava no Cemitério Jardim da Saudade, em Sulacap, onde estava sendo sepultado o corpo do Professor Mario Gaspar Parente, um profissional inovador, comprometido com a educação e também irmão de uma outra professora e colega de trabalho da unidade.
No Colégio Estadual Brigadeiro Schorcht, dois professores e o funcionário que estava responsável pela portaria foram surpreendidos por essa pessoa, que se apresentou como representante da Secretaria de Educação, com uma postura arrogante com os presentes, porque a escola estava vazia, sem aulas.
Os dois professores informaram que as aulas do turno da manhã haviam sido suspensas, naquele horário, para que todos pudessem comparecer à cerimônia de despedida/sepultamento do Professor Mario Gaspar Parente, muito querido de todos na escola.
O representante da Secretaria de Educação, então, fez uso do telefone de uma das professoras que se encontrava na escola, para falar com a diretora e solicitar seu imediato regresso à unidade, questionando a veracidade do falecimento relatado – este assédio moral nos deixou indignados! Vale ressaltar que o mesmo sequer agradeceu à professora pelo uso de seu celular.
A reação do referido representante, que já chegara exaltado à escola, é inadequada a qualquer pessoa civilizada e inaceitável para um profissional da educação. Ele, sempre com atitudes desmedidas, disse que iria ao cemitério para verificar se os professores estavam lá, de fato.
Para que possamos tentar traduzir o comportamento do referido senhor, reproduzimos sua fala, travada com uma professora, interceptada na volta à escola:
- Quem é você??? – dando ênfase ao seu “poder de mando”, o que nos faz lembrar aquele velho dito: “você sabe com quem está falando?”.
A Direção da Escola havia enviado um e-mail à Coordenadoria na noite anterior – quando tomou conhecimento do horário do funeral - informando da suspensão parcial das aulas e a liberação dos funcionários para acompanhar o sepultamento do professor Mario Gaspar Parente.
Se tivesse ido ao Jardim da Saudade, teria encontrado não somente os professores que lecionavam naquele dia, mas também os docentes que trabalham em outros dias e horários, bem como todo o pessoal de apoio, a ex-diretora da unidade e até professores já aposentados e de outras escolas da rede.
Todos nós, educadores desta Regional, nos solidarizamos com a família e os profissionais do Colégio Estadual Brigadeiro Schorcht, consternados com o falecimento do nosso colega de trabalho e amigo e, também, absolutamente perplexos e indignados com a prepotência, a falta de sensibilidade, de respeito e de educação desse “representante da Secretaria de Educação”. É lamentável que a SEEDUC prime pelo autoritarismo e total arrogância na relação com seus profissionais.
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01/08/2012
IERP NOVA IGUAÇU É ATINGIDO PELO "TROCA TROCA" DA SEEDUC
Retirado do site do SEPE.
31/07/2012
Foto: na volta às aulas, comunidade escolar do IERP protesta contra a intervenção da Secretaria.
Do site do Sepe Nova Iguaçu: Segundo a SEEDUC, todos os diretores das escolas da Rede Estadual deveriam passar pelo crivo de um concurso em cumprimento às novas regras por ela estabelecida. No entanto, a própria Secretaria, ao exonerar centenas de diretores sob várias alegações e nomear arbitrariamente outros antes mesmo da realização dos processos seletivos acontecer, descumpre as regras que ela mesma criou.
No caso do Instituto de Educação Rangel Pestana de Nova Iguaçu (IERP), a cada dia fica mais evidente as contradições do Governo, que diz querer acabar com alguns vícios e nomeia o sr. José Luiz Burguês como diretor interino para a unidade escolar. Cidadão este que também já foi exonerado (sem que os motivos da exoneração fossem divulgados). Em substituição ao sr. João Luiz foi igualmente nomeada sem concurso uma outra equipe de diretores para a escola.
È lamentável que a SEEDUC continue tumultuando a dinâmica da unidade, promovendo esse “troca troca”, além de desrespeitar a vontade dos alunos e profissionais, que elegeram um diretor com mais de 70% dos votos da comunidade escolar.
Mais fotos do blog SEPE Nova Iguaçu.
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20/06/2012
SEPE CONVOCA PARALISAÇÃO NOS DIAS DO SAERJ
Retirado do site do SEPE.
O Sepe é contra o Saerj (ou Saerjinho) - uma avaliação feita pela Secretaria Estadual de Educação (Seeduc), que pretende medir os conhecimentos dos alunos, mas não foi planejada pelos professores da rede estadual e não leva em consideração a realidade das escolas, que não têm uma estrutura mínima para o estudo. Por isso, o sindicato orienta os professores a não aplicaram a prova, cuja aplicação está prevista para os dias 27 e 28 de junho. Nesses dias, o sindicato está convocando uma paralisação de nossas atividades – atenção, se as datas forem modificadas pela Secretaria, a paralisação ocorrerá na nova data.
As provas do Saerjinho fazem parte do Plano de Metas apresentado pela Seeduc e tem como um dos seus eixos a meritocracia. Isto significa que o resultado desta e de outras avaliações externas será utilizado para “premiar” ou “punir” professores e funcionários de acordo com o resultado das provas, estabelecendo uma lógica de remuneração variável.
O Sepe não é contra qualquer avaliação que tenha por objetivo identificar problemas no processo de ensino para melhorar a qualidade da educação. O problema, para o sindicato, é que o Saerjinho é uma avaliação classificatória que pretende estabelecer salários diferentes de acordo com a produtividade de cada escola. Alem do mais, este sistema já deu errado em vários lugares, tais como Chile, EUA e no estado de São Paulo. E já deu errado aqui na própria Seeduc, com o Programa Nova Escola, que foi um tremendo fracasso.
A educação é um direito de todos e dever do Estado. Estabelecer uma lógica produtivista na educação é esquecer que a escola não é uma fábrica, que a riqueza do processo educativo depende de muitas coisas além do esforço dos professores e funcionários, e que não haverá qualidade na educação enquanto as condições de trabalho forem tão ruins que levam ao abandono de mais de 20 professores por dia – como pesquisa do Sepe no Diário Oficial comprova.
Não somos contra o Saerj para impedir um diagnóstico, pois nós profissionais da educação fazemos isso o tempo todo. Somos contra o Saerj porque não podemos aceitar que a educação pública seja encarada como uma mercadoria vendida a preços diferentes dependendo das condições do “negócio”. Educação de qualidade é direito de todos!
Diagnóstico ou Responsabilização? O “X” do problema
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17/06/2012
GOVERNO ESTADUAL ATACA PROFISSIONAIS COM MEDO DE NOSSA MOBILIZAÇÃO
Retirado do site do SEPE.
15/06/2012 - 12:29h
O governo estadual vem fazendo uma campanha diária na imprensa contra os professores da rede; não por coincidência, toda vez que se aproxima uma mobilização da categoria, a SEEDUC divulga este tipo de informação, buscando rebaixar e até ameaçar o profissional das escolas estaduais.
A “informação” da vez é a de que existem “15 mil professores” licenciados por problemas médicos, segundo a SEEDUC, de forma “irregular” – no ataque da Secretaria “sobra” até para os médicos que concederam as licenças, num desvario total, como se fosse possível uma conspiração de tantos médicos e professores contra o estado!
De qualquer forma, seria risível, se não fosse trágico, este ataque do governo aos profissionais da educação.
Trágico porque, nunca é demais lembrar, nossa categoria é atingida por doenças próprias, como aquelas que atingem, gravemente, a voz ou a já caracterizada síndrome de burnout, uma doença “silenciosa”, de caráter depressivo. Tais doenças tendem, obviamente, a aumentar o seu alcance e até a se tornarem verdadeiras epidemias muito por causa das péssimas condições de trabalho que o governo oferece.
15/06/2012 - 12:29h
O governo estadual vem fazendo uma campanha diária na imprensa contra os professores da rede; não por coincidência, toda vez que se aproxima uma mobilização da categoria, a SEEDUC divulga este tipo de informação, buscando rebaixar e até ameaçar o profissional das escolas estaduais.
A “informação” da vez é a de que existem “15 mil professores” licenciados por problemas médicos, segundo a SEEDUC, de forma “irregular” – no ataque da Secretaria “sobra” até para os médicos que concederam as licenças, num desvario total, como se fosse possível uma conspiração de tantos médicos e professores contra o estado!
De qualquer forma, seria risível, se não fosse trágico, este ataque do governo aos profissionais da educação.
Trágico porque, nunca é demais lembrar, nossa categoria é atingida por doenças próprias, como aquelas que atingem, gravemente, a voz ou a já caracterizada síndrome de burnout, uma doença “silenciosa”, de caráter depressivo. Tais doenças tendem, obviamente, a aumentar o seu alcance e até a se tornarem verdadeiras epidemias muito por causa das péssimas condições de trabalho que o governo oferece.
08/06/2012
20/07/11 ESQUETE NO ACAMPAMENTO DA RUA DA AJUDA DURANTE A GREVE DA REDE ESTADUAL
Esquente emocionante numa noite de greve na rua da Ajuda (Centro do Rio) na frente da SEEDUC (Secretária Estadual de Educação).
O vídeo estava "perdido" no meu HD externo. Pensei que nunca mais ia ver essa gravação, mas segue o ditado: "Recordar é viver."
FAZ QUASE UM ANO.....
20.07.11 esquete no acampamento da Rua da Ajuda durante a greve dos professores 01 de 02
20.07.11 esquete no acampamento da Rua da Ajuda durante a greve dos professores 02 de 02
O vídeo estava "perdido" no meu HD externo. Pensei que nunca mais ia ver essa gravação, mas segue o ditado: "Recordar é viver."
FAZ QUASE UM ANO.....
20.07.11 esquete no acampamento da Rua da Ajuda durante a greve dos professores 01 de 02
20.07.11 esquete no acampamento da Rua da Ajuda durante a greve dos professores 02 de 02
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06/06/2012
REVISTA DO SINDJUSTIÇA COM ÊNFASE A QUESTÃO DA ADIN DOS TRIÊNIOS
Revista do Sindjustiça com ênfase na questão da ADIN dos triênios.
Para ler online clique aqui para baixar par ao seu computador clique aqui.
PARA BAIXAR A ADIN 4782 CLIQUE AQUI.
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09/05/2012
19/04/2012
NOTA DO SEPE EM RESPOSTA AO VEREADOR PAULO MESSINA
Retirado do site do SEPE.
18/04/2012 - 12:21h
O Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação, há 35 anos luta em defesa da educação pública de qualidade. O SEPE representa a rede estadual e todas as redes municipais do Estado do Rio de Janeiro, bem como todos os profissionais, professores e funcionários, das escolas e creches públicas.
Ao longo destes anos, primamos pela autonomia e independência do sindicato, jamais nos atrelando aos governos ou partidos. Garantimos a democracia e por isso todas as deliberações tomadas são aprovadas nos fóruns dos profissionais de educação. Não temos presidente, nossa direção é colegiada, eleita pela categoria e composta de maneira plural, representando as diversas concepções e visões ideológicas. Tal como defendemos que ocorra nas escolas e creches.
Na luta cotidiana do sindicato, procuramos manter um diálogo com os três poderes: executivo, legislativo e judiciário, em prol da defesa e ampliação dos direitos dos educadores e de uma educação pública de qualidade para nossos alunos.
O vereador Paulo Messina, presidente da Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Vereadores da cidade do Rio de Janeiro, postou em seu twitter afirmações que não correspondem com a realidade, como a vinculação do SEPE a partidos políticos ou a filosofia do “quanto pior, melhor”.
Para nós, este desrespeito à história e a tradição de luta de nosso sindicato é incompatível com um vereador que ocupa o cargo de Presidente da Comissão de Educação.
Como já afirmamos nosso sindicato é pautado pela democracia dos trabalhadores. Todas as vitórias que obtivemos durante todos os anos foram conquistadas através das mobilizações e lutas dos profissionais de educação.
Lamentamos que o vereador Paulo Messina tenha postado estes comentários por sermos contrários ao Projeto de Lei , de sua autoria, que tem como diretrizes centrais uma proposta clara de desmantelamento das classes de educação especial, sob a argumentação de uma concepção equivocada de inclusão.
Tivemos conhecimento a respeito das visitas do referido vereador a algumas creches, incentivando a fundação de um sindicato para os trabalhadores da educação infantil com o apoio da Câmara dos Vereadores. Mais uma vez, uma proposta equivocada.
Defendemos a ampla e irrestrita liberdade de organização dos trabalhadores. Por isso, esta é uma discussão que cabe única e exclusivamente aos trabalhadores, e não ao legislativo. Caso contrário teremos um sindicato que servirá como braço direito do governo municipal.
Como rege nossa tradição democrática, vamos informar a categoria, em todos os nossos fóruns e em nossas publicações, as ações do mandato do Presidente da Comissão de Educação.
Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação
23/03/2012
ABAIXO ASSINADO CONTRA A PERSEGUIÇÃO AO PROFESSOR MAURO CÉLIO
Para entender melhor o caso clique na postagem feita no blog APOIO AO PROFESSOR MAURO CÉLIO PERSEGUIDO PELA SEEDUC
Abaixo-assinado Não a perseguição política ao professor Mauro Celio
Para:seeduc rj
Nós abaixo assinado, professores, alunos e responsáveis das escolas da região de Bangu, conhecedores da vida profissional e política do professor Mauro Célio da Silva, repudiamos sua suspensão e a perseguição política a que tem sido vítima por parte da secretaria estadual de educação. Solidarizamo-nos com o professor em sua luta e esperamos o arquivamento desse processo e sua imediata reintegração à sua unidade escolar.
Os signatários
Este abaixo-assinado encontra-se alojado na internet no site Petição Publica Brasil que disponibiliza um serviço público gratuito para abaixo-assinados (petições públicas) online.
Caso tenha alguma questão para o autor do abaixo-assinado poderá enviar através desta página de contato
Caso tenha alguma questão para o autor do abaixo-assinado poderá enviar através desta página de contato
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MANIFESTO
16/03/2012
APOIO AO PROFESSOR MAURO CÉLIO PERSEGUIDO PELA SEEDUC
O professor de filosofia Mauro
Célio esta sofrendo perseguição e foi afastado temporariamente da atividade
docente por ter fomentado atitudes revolucionários junto aos alunos da escola.
Em tempo estas reivindicações foram para conseguir a
instalação dos ar-condicionado prometido pela secretária de educação do RJ.
Leiam a decisão do Diário Oficial, o manifesto postado no blog do SEPE Angra e relatos do próprio professor.
Vamos repassar para que todos tomem conhecimento dessa
injustiça.
Obs. quanto a escola clique
aqui e veja que o Colégio Leopoldina da
Silveira continua sem a prometida aclimatação tão divulgada pelo
Risolia na grande imprensa.
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11/03/2012
VÍDEO E CARTA DENÚNCIA DE PROFs. DO COLÉGIO PANDIÁ SOBRE O PROGRAMA AUTONOMIA
Contribuição importante dos professores da Colégio Estadual Pandiá Calógeras.
A gravação dos depoimentos foi da Luciana Lima durante a assembleia do dia 28/02/12 e a montagem começou a ser feita por mim alguns dias depois. Assumo o total amadorismo, pois nunca tínhamos feitos isso. Ano passado os vídeos postados no youtube não eram editados.
Topamos o desafio depois de conversar com a Dayse do SEPE São Gonçalo, pois sentimos que esses companheiros tem feito um trabalho importante que precisa ser divulgado.
Para baixar a carta aberta deles em formato PDF clique aqui.
Segue abaixo o texto da carta aberta. Para ampliar clique nas imagens.
Atualmente o site do SEPE Central postou um resumo da luta do coletivo de professores. Segue abaixo o resumo tirado do site do SEPE.
A gravação dos depoimentos foi da Luciana Lima durante a assembleia do dia 28/02/12 e a montagem começou a ser feita por mim alguns dias depois. Assumo o total amadorismo, pois nunca tínhamos feitos isso. Ano passado os vídeos postados no youtube não eram editados.
Topamos o desafio depois de conversar com a Dayse do SEPE São Gonçalo, pois sentimos que esses companheiros tem feito um trabalho importante que precisa ser divulgado.
Para baixar a carta aberta deles em formato PDF clique aqui.
Segue abaixo o texto da carta aberta. Para ampliar clique nas imagens.
Atualmente o site do SEPE Central postou um resumo da luta do coletivo de professores. Segue abaixo o resumo tirado do site do SEPE.
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07/03/2012
MESP - MOVIMENTO DAS ESCOLAS SEM PRÉDIOS
Retirado do blog Pó
de Giz.
O prof. Veberson em seu Blog, lança a campanha em favor da construção
do prédio próprio da Escola Municipal Alfredo Castro.
"Nós professores e toda a comunidade
escolar demandamos por mais essa conquista, já que nosso atual espaço físico é
completamente inadequado. Todos que puderem, divulguem!"
Todo apoio àqueles que lutam em DEFESA DA
ESCOLA PÚBLICA!
O prof. Veberson em seu Blog, lança a campanha em favor da construção
do prédio próprio da Escola Municipal Alfredo Castro.
"Nós professores e toda a comunidade
escolar demandamos por mais essa conquista, já que nosso atual espaço físico é
completamente inadequado. Todos que puderem, divulguem!"
Todo apoio àqueles que lutam em DEFESA DA
ESCOLA PÚBLICA!
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18/02/2012
PROFESSORES DE ESPANHOL ESTÃO SENDO IMPEDIDOS DE DAR AULA
Imagem circulando pela internet.
Para entender mais o caso entre no site da APEERJ (Associação dos Professores de Espanhol do Estado do Rio de Janeiro)
Debate sobre o que vem acontecendo recentemente nas comunidades do orkut. Para acessar clique nas imagens.
![]() |
| Professores do Estado do RJ |
![]() |
| PROFESSORES DO MUNICÍPIO DO RJ |
Prezados professores de espanhol e demais interessados
A APEERJ tem recebido muitos relatos dos professores de espanhol reclamando de suas condições de trabalho no Rio de Janeiro. Selecionamos um breve fragmento de uma mensagem enviada a nós, referente ao tratamento que estão recebendo na Rede Estadual: “Boa tarde, Não sei se vocês já estão cientes das novas medidas adotadas pela SEEDUC com relação à implantação da Língua Espanhola, na modalidade Língua Optativa (Ensino Médio). (...) Nesse ano, para colocá-la em prática eles estão propondo o seguinte: em cada um tempo o professor deverá trabalhar com alunos de três turmas que optaram pelo espanhol, para formar uma turma com no mínimo 40 alunos, sendo assim, eu trabalharei com as 15 turmas de EM (...), para cumprir a carga horária de 05 tempos; portanto os outros 07 deverão ser cumpridos em outra escola (uma ou várias). Ou então, para não precisar sair da minha UE, complementar com Língua Portuguesa, ou ainda, quem sabe dar aulas de física, química, biologia, caso tenha habilitação - esse absurdo foi dito pela funcionária da Coordenadoria Regional (...).”
Procuramos averiguar a situação e a realidade é muito heterogênea, mas de qualquer forma, é muito grave, e não está acontecendo apenas com professores da nossa área. Há casos de professores sem turmas, com carga horária pulverizada em escolas diferentes, convidados a dar aulas de disciplinas que não estão atreladas ao seu concurso... Alguns foram chamados a comparecer vários dias na semana na escola para cumprir seus tempos de aula, nos primeiros e últimos tempos, por orientação da SEEDUC (Secretaria de Estado de Educação). Este contexto reflete desorganização e instabilidade no ambiente escolar.
04/02/2012
NOTA OFICIAL DO SEPE SOBRE O PROJETO AUTONOMIA DA SEEDUC: AUTONOMIA PARA QUEM?
Retirado do site do SEPE.
Projeto da SEEDUC é mais uma demonstração da falta de planejamento e da ausência de compromisso com a qualidade da educação:
Neste início de ano letivo, muitas escolas estaduais estão vivendo um verdadeiro caos. Sem qualquer diálogo com a comunidade escolar, a SEEDUC determinou o fechamento de turmas regulares e a abertura de turmas do Projeto Autonomia que utiliza a metodologia Telecurso da Fundação Roberto Marinho. Como estas telessalas utilizam apenas um professor por turma, o resultado é que vários professores, ao chegarem às suas escolas, simplesmente não têm mais turmas para lecionar e precisam, agora em fevereiro, mudar de escola, dividir seu tempo entre várias unidades, encaixar-se em horários já estabelecidos, etc. Centenas ou até milhares de professores viverão este verdadeiro calvário nas próximas semanas.
O primeiro aspecto que salta aos olhos é a falta de planejamento: as escolas atingidas terminaram o ano de 2011 com uma previsão de quantitativo de turmas regulares e agora em fevereiro essa previsão foi alterada com a diminuição das turmas regulares para criação das turmas de aceleração da autonomia. Professores que chegaram a participar do concurso de remoção e escolheram escolas, definindo horário e local de trabalho para o ano de 2012, agora se vêem sem escola e sem horário, tendo que alterar a vida de suas famílias porque a SEEDUC não se importa em implementar as políticas no tempo adequado para escolas, alunos e professores. Já está tudo organizado? Não importa. O que vale é o que a secretaria manda fazer!
Mais uma vez as decisões foram tomadas sem que a comunidade escolar fosse consultada e repetindo o erro tradicional destas políticas educacionais governamentais: são pedagogias de gabinete feitas sob encomenda para economizar recursos orçamentários educacionais e não para investir na melhoria da qualidade educacional. Também está em jogo a melhoria dos indicadores que compõem o IDEB: ao acelerar a formação destes alunos (que levarão apenas um ano para completar o ensino fundamental e 18 meses para terminar o ensino médio), o “autonomia” diminui a distorção idade-série e a repetência escolar, elevando consequentemente o IDEB. Mas, a que preço?
Aqui aparece o segundo aspecto a ser duramente criticado: mais uma vez, o professor é reduzido a um mero entregador de conhecimentos prontos, um simples mediador “genérico”, como afirma o próprio gerente do projeto na SEEDUC, Antônio Neto: "O diferencial é que cada docente vai orientar e mediar tarefas em diversas áreas do conhecimento, e o aluno terá a chance de participar ativamente".
Este aspecto está no cerne da metodologia do Telecurso. Ao professor, sobra apenas a tarefa de contextualizar o conteúdo e não mais produzir conhecimento. O educador auxilia a tecnologia a ensinar e não o contrário. Veja o que diz o site do projeto Telecurso:"O professor do Telecurso deixa de ser especialista em conteúdos específicos e passa a ser responsável pela contextualização do conteúdo do programa de acordo com a realidade de cada região brasileira".
A política educacional do economista Risolia é assim: para os alunos que enfrentaram as maiores dificuldades em sua trajetória escolar e precisariam de um atendimento de maior qualidade, oferece-se um aprendizado aligeirado e padronizado, travestido de moderno e de qualidade.
Desta forma, a escola vai se tornando cada vez mais fábrica, onde o que importa é o “produto” chegar ao final da linha de produção no tempo previsto.
Todos à Assembléia, dia 11 de fevereiro, 14 horas na ACM. Só a luta pode impedir que tais absurdos continuem!
Projeto da SEEDUC é mais uma demonstração da falta de planejamento e da ausência de compromisso com a qualidade da educação:
Neste início de ano letivo, muitas escolas estaduais estão vivendo um verdadeiro caos. Sem qualquer diálogo com a comunidade escolar, a SEEDUC determinou o fechamento de turmas regulares e a abertura de turmas do Projeto Autonomia que utiliza a metodologia Telecurso da Fundação Roberto Marinho. Como estas telessalas utilizam apenas um professor por turma, o resultado é que vários professores, ao chegarem às suas escolas, simplesmente não têm mais turmas para lecionar e precisam, agora em fevereiro, mudar de escola, dividir seu tempo entre várias unidades, encaixar-se em horários já estabelecidos, etc. Centenas ou até milhares de professores viverão este verdadeiro calvário nas próximas semanas.
O primeiro aspecto que salta aos olhos é a falta de planejamento: as escolas atingidas terminaram o ano de 2011 com uma previsão de quantitativo de turmas regulares e agora em fevereiro essa previsão foi alterada com a diminuição das turmas regulares para criação das turmas de aceleração da autonomia. Professores que chegaram a participar do concurso de remoção e escolheram escolas, definindo horário e local de trabalho para o ano de 2012, agora se vêem sem escola e sem horário, tendo que alterar a vida de suas famílias porque a SEEDUC não se importa em implementar as políticas no tempo adequado para escolas, alunos e professores. Já está tudo organizado? Não importa. O que vale é o que a secretaria manda fazer!
Mais uma vez as decisões foram tomadas sem que a comunidade escolar fosse consultada e repetindo o erro tradicional destas políticas educacionais governamentais: são pedagogias de gabinete feitas sob encomenda para economizar recursos orçamentários educacionais e não para investir na melhoria da qualidade educacional. Também está em jogo a melhoria dos indicadores que compõem o IDEB: ao acelerar a formação destes alunos (que levarão apenas um ano para completar o ensino fundamental e 18 meses para terminar o ensino médio), o “autonomia” diminui a distorção idade-série e a repetência escolar, elevando consequentemente o IDEB. Mas, a que preço?
Aqui aparece o segundo aspecto a ser duramente criticado: mais uma vez, o professor é reduzido a um mero entregador de conhecimentos prontos, um simples mediador “genérico”, como afirma o próprio gerente do projeto na SEEDUC, Antônio Neto: "O diferencial é que cada docente vai orientar e mediar tarefas em diversas áreas do conhecimento, e o aluno terá a chance de participar ativamente".
Este aspecto está no cerne da metodologia do Telecurso. Ao professor, sobra apenas a tarefa de contextualizar o conteúdo e não mais produzir conhecimento. O educador auxilia a tecnologia a ensinar e não o contrário. Veja o que diz o site do projeto Telecurso:"O professor do Telecurso deixa de ser especialista em conteúdos específicos e passa a ser responsável pela contextualização do conteúdo do programa de acordo com a realidade de cada região brasileira".
A política educacional do economista Risolia é assim: para os alunos que enfrentaram as maiores dificuldades em sua trajetória escolar e precisariam de um atendimento de maior qualidade, oferece-se um aprendizado aligeirado e padronizado, travestido de moderno e de qualidade.
Desta forma, a escola vai se tornando cada vez mais fábrica, onde o que importa é o “produto” chegar ao final da linha de produção no tempo previsto.
Todos à Assembléia, dia 11 de fevereiro, 14 horas na ACM. Só a luta pode impedir que tais absurdos continuem!
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05/08/2011
CARTA AOS PAIS OU RESPONSÁVEIS E ALUNOS DO CAIC EUCLYDESDA CUNHA
Retirado do blog SEPE Regional 6.
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
Nós, professores e professoras desta escola, estamos
escrevendo esta carta para conversar com você responsável e com você
aluno(a) sobre o que nos atinge a todos e todas: o sonho da educação
de qualidade que nos está sendo roubado.
Temos visto as condições de nossa escola que no princípio nos causava
indignação e que depois de um tempo vai-se acostumando até se tornar
natural. E isso não é bom. Não podemos tratar a falta de estrutura da
escola como uma coisa natural: banheiros, portas e janelas quebrados e
sem manutenção(entre outras coisas), ratos e mosquitos com focos
distribuídos pela escola toda, enfim, um conjunto de coisas que
destroem a imagem da escola e a faz parecer um depósito de gente e não
um espaço de desenvolvimento humano. Por que é assim, e por que temos
que aceitar tudo isso? Pagamos nossos impostos e além disso temos o
direito subjetivo a uma educação decente. Perguntamos: o que é
decente para o governo não pode ser para o trabalhador também? Será
que os filhos dos governantes estudam em escola pública?
Não há verba para dar uma educação de qualidade para os filhos dos
trabalhadores. Não há verba para pagar um salário decente e formação
para os professores. Mas há 30 milhões disponíveis da verba pública
para realizar a festa pelo sorteio dos grupos das eliminatórias da
Copa do mundo das olimpíadas de 2014 na Marina da Glória, a linda
festa realizada no dia 30/07/2010. E o que nós, professores, estamos
cobrando do Estado são míseros 190 reais! E isto ainda não é o
necessário para um professor viver decentemente, pois significa um
pouco mais de 900 reais de salário.
Nós, professores, estamos sendo massacrados por um Plano de Metas do
governo Cabral que exige um currículo mínimo, que são os conteúdos que
temos que trabalhar com nossos alunos, pois há critérios que escapam
do controle do professor: se esse aluno sair da escola ou se uma aluna
ou professora ficar grávida a escola sofre diminuição da verba a ela
destinada pelo critério da meritocracia que o Estado quer impor. E
para que um currículo mínimo? Para aplicar o provão chamado Saerjinho
elaborado nos modelos internacionais, como mecanismo de avaliação do
emprego da verba da educação... que não chega! Cadê esse dinheiro para
melhorias na educação? Além disso esse provão avalia apenas o governo
estadual sem considerar os problemas de ensino muito anteriores que
são provenientes da educação municipal.
Nós professores estamos em greve. E mesmo assim nesta escola foi
feito um Conselho de Classe e lançamento de notas sem muitos
professores presentes. Queremos denunciar também que fazer o
lançamento de notas pelo sistema virtual chamado conexão-educação,
além de ser ineficaz, tem manipulado notas falsas para turmas que
estiveram sem professor. Nós nos recusamos a fazer uso deste sistema
por considerar que isso é tarefa administrativa já que cabe ao
professor manter notas nos diários de classe. Não estamos sendo pagos
por horas adicionais por este trabalho duplo.
Convocamos todos os responsáveis e alunos, todos os professores e
funcionários, a fazer parte dessa luta conosco: por uma educação de
qualidade e uma escola que desenvolva o ser humano e que trate a todos
nós com respeito!
Assinam os professores em greve no CAIC
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
Nós, professores e professoras desta escola, estamos
escrevendo esta carta para conversar com você responsável e com você
aluno(a) sobre o que nos atinge a todos e todas: o sonho da educação
de qualidade que nos está sendo roubado.
Temos visto as condições de nossa escola que no princípio nos causava
indignação e que depois de um tempo vai-se acostumando até se tornar
natural. E isso não é bom. Não podemos tratar a falta de estrutura da
escola como uma coisa natural: banheiros, portas e janelas quebrados e
sem manutenção(entre outras coisas), ratos e mosquitos com focos
distribuídos pela escola toda, enfim, um conjunto de coisas que
destroem a imagem da escola e a faz parecer um depósito de gente e não
um espaço de desenvolvimento humano. Por que é assim, e por que temos
que aceitar tudo isso? Pagamos nossos impostos e além disso temos o
direito subjetivo a uma educação decente. Perguntamos: o que é
decente para o governo não pode ser para o trabalhador também? Será
que os filhos dos governantes estudam em escola pública?
Não há verba para dar uma educação de qualidade para os filhos dos
trabalhadores. Não há verba para pagar um salário decente e formação
para os professores. Mas há 30 milhões disponíveis da verba pública
para realizar a festa pelo sorteio dos grupos das eliminatórias da
Copa do mundo das olimpíadas de 2014 na Marina da Glória, a linda
festa realizada no dia 30/07/2010. E o que nós, professores, estamos
cobrando do Estado são míseros 190 reais! E isto ainda não é o
necessário para um professor viver decentemente, pois significa um
pouco mais de 900 reais de salário.
Nós, professores, estamos sendo massacrados por um Plano de Metas do
governo Cabral que exige um currículo mínimo, que são os conteúdos que
temos que trabalhar com nossos alunos, pois há critérios que escapam
do controle do professor: se esse aluno sair da escola ou se uma aluna
ou professora ficar grávida a escola sofre diminuição da verba a ela
destinada pelo critério da meritocracia que o Estado quer impor. E
para que um currículo mínimo? Para aplicar o provão chamado Saerjinho
elaborado nos modelos internacionais, como mecanismo de avaliação do
emprego da verba da educação... que não chega! Cadê esse dinheiro para
melhorias na educação? Além disso esse provão avalia apenas o governo
estadual sem considerar os problemas de ensino muito anteriores que
são provenientes da educação municipal.
Nós professores estamos em greve. E mesmo assim nesta escola foi
feito um Conselho de Classe e lançamento de notas sem muitos
professores presentes. Queremos denunciar também que fazer o
lançamento de notas pelo sistema virtual chamado conexão-educação,
além de ser ineficaz, tem manipulado notas falsas para turmas que
estiveram sem professor. Nós nos recusamos a fazer uso deste sistema
por considerar que isso é tarefa administrativa já que cabe ao
professor manter notas nos diários de classe. Não estamos sendo pagos
por horas adicionais por este trabalho duplo.
Convocamos todos os responsáveis e alunos, todos os professores e
funcionários, a fazer parte dessa luta conosco: por uma educação de
qualidade e uma escola que desenvolva o ser humano e que trate a todos
nós com respeito!
Assinam os professores em greve no CAIC
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